Minerals Day: um dia para aprender sobre mineração

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“É a primeira vez que eu estou visitando a Imerys. Hoje eu vi de perto que o caulim não está presente só em Ipixuna do Pará, mas que está em muitos lugares”, diz a professora Tatiane Gomes, uma das participantes da décima edição do European Minerals Day, realizado em setembro, pela Imerys, no município paraense de Ipixuna.

Por meio de iniciativa da mineradora, os visitantes de comunidades do entorno da cidade participam de várias ações unindo teoria e prática, por meio de atividades educacionais, com objetivo de aproximar ainda mais os participantes do mineral e mostrar a importância dele para a sociedade. Uma das ações deste ano foi a oficina ministrada pelo artesão Pedro Pará, onde os moradores da região puderam confeccionar peças decorativas a partir de pedras brutas do caulim e levar consigo após as atividades.

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Mas afinal o que é o Caulim?

O Caulim é um mineral formado basicamente pela caulinita de coloração branca por causa do seu baixo teor de ferro. Trata-se de um mineral argiloso branco, não inflamável, não tóxico e que não apresenta reatividade química.

Aplicações do Caulim:

Sem Título-15

Sem Título-14

Sem Título-16

A Imery é a maior beneficiadora de caulim no mundo. A empresa de origem francesa possui duas minas de extração de caulim no estado localizadas no município de Ipixuna do Pará, local da última edição do European Minerals Day que oferece conhecimento por meio de experiência educacional e de entretenimento. A ação ocorre a cada dois anos em diversos países como França, Portugal, África do Sul e Bélgica.

Por Madson Sousa

Fotos: Ascom Imerys

Bandidos explodem e roubam dinheiro de agência do Banpará em Capitão Poço

(Foto: Divulgação)

Bandidos fortemente armados usaram explosivos para roubar o dinheiro de uma agência do Banpará, no município de Capitão Poço, nordeste paraense. Este é o 55° assalto a banco no Pará em 2017.

O assalto ocorreu por volta de duas horas na madrugada desta segunda-feira (30). Enquanto uma parte dos bandidos entrava em confronto direto com a polícia militar, os demais explodiam o caixa eletrônico. Foram levados da agência três malotes de dinheiro.

A agência bancária estava abastecida para pagar funcionários públicos nos próximos dois dias.

Os assaltantes fizeram alguns reféns que foram liberados na saída da cidade quando o grupo conseguiu fugir.

Fonte: DOL

Açaí tem queda de 11% em Belém nos primeiros nove meses

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(Foto: Divulgação)

O açaí do tipo médio, o mais consumido em Belém, teve queda acumula de 11,28% em nove meses, segundo pesquisa do Dieese-PA (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) divulgada nesta sexta-feira (27).  Nos últimos 12 meses, este tipo de açaí teve queda acumulada de 15,45%.

De acordo com o estudo do Dieese-PA, em setembro do ano passado, o açaí do tipo médio custava R$ 17,86 nas ferias e supermercados de Belém. Encerrou o ano sendo comercializado a R$ 17 o litro. Em janeiro deste ano, foi encontrado em média a R$ 16,49, em junho passou para a R$ 17,81, em julho foi a R$ 16,69 e fechou agosto custando R$ 15,62 . No mês passado, com nova queda, foi encontrado a R$ 15,10. Com base nos números, o Dieese constatou que o este tipo de açaí teve recuo de 3,33% no mês passado em relação a agosto e queda de 11,28% se comparado aos primeiros nove meses do ano. Já nos últimos 12 meses, a queda acumulada bateu 15,45%. Só para se ter uma ideia, no mês passado o litro do açaí médio foi encontrado entre R$ 10 e R$ 16 nas feiras, enquanto que nos supermercados o preço variou entre R$ 12 e R$ 15.

O açaí do tipo grosso começou o ano custando R$ 20,74; em junho passou para R$ 25,96, em julho baixou recuou para R$ 23,33. Em agosto foi comercializado em média a R$ 20,34 e no mês passado foi comercializado em média R$ 19,88 o litro. Com isso, nos primeiros nove meses do ano, este tipo de açaí teve recuo de 7,45% nos preços e nos últimos 12 meses a queda alcançou 8,51%. Nas feiras livres o açaí grosso pode ser encontrado entre R$ 15 e R$ 18, enquanto que nos supermercados os preços variam entre R$ 15 e R$ 20 em média.

Por sua vez, o açaí tipo papa, apresentou alta acumulada de 8,42% em nove meses, sendo comercializado em média a R$ 25,75 o litro.

Fonte: ORM

Temer é o presidente mais impopular do mundo, diz pesquisa

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(Foto: Divulgação)

O brasileiro Michel Temer é considerado o presidente com maior taxa de rejeição do mundo, atrás até do venezuelano Nicolás Maduro, indicou uma pesquisa do grupo de análise política Eurasia. De acordo com a sondagem, que coletou dados a partir do mês de agosto, Temer detém 3% de aprovação popular, a menor em todo o mundo.

O presidente da África do Sul, Jacob Zuma, que enfrenta denúncias de corrupção, tem 18%. Já o venezuelano Nicolás Maduro, que trava um confronto político interno com a oposição e cujo país fora sancionado em fóruns internacionais devido à censura e prisão de seus adversários, tem 23% de apoio popular.

A lista dos líderes “mais impopulares” conta ainda com o mexicano Enrique Penã Nieto, com 28% de aprovação; a premier britânica, Theresa May, que possui 31% e conduz o polêmico processo de saída do Reino Unido da União Europeia (UE); o norte-americano Donald Trump, com 37%; e o francês Emmanuel Macron, com 45%, que, apesar de recém-eleito, tem gerado reações internas por seus projetos de reformas.

Fonte: Portal Terra

Daniela Mercury grava música de Dona Onete

Daniela Mercury grava música de Dona Onete e aposta que será hit de carnaval: 'Banzeiro é irresistível!'
(Foto: Divulgação)

O batuque e a energia do Pará são a aposta de Daniela Mercury para o hit do carnaval 2018. A cantora baiana, um dos maiores talentos do axé nacional, acaba de lançar clipe de uma música da paraense Dona Onete, a “rainha do carimbó chamegado” que, aos 78 anos, tem viajado pelo Brasil e por diversas cidades do mundo animando plateias com os ritmos da Amazônia. “Banzeiro faz todo mundo dançar! É irresistível!”, diz a artista de Salvador. Assista o clipe aqui.

O vídeo é uma superprodução. Foram 40 dias de trabalho, em que foram produzidos 205 figurinos, dezenas de objetos, joias, móveis. Apostando no colorido e na diversidade, o clipe reúne um elenco formado por 99 artistas, entre bailarinos, modelos, drags, crianças, atores e até uma cachorra, e celebra diversos ritmos do Brasil, com dança afro, balé clássico, carimbó, lambada, frevo, street dance, hip hop e até sarrada no ar.

A regravação de “Banzeiro” fez Daniela Mercury “mergulhar no projeto”: ela fez direção criativa, direção dos figurinos e direção de coreografias do clipe. Em entrevista exclusiva ao G1, a artista baiana fala com entusiasmo sobre Dona Onete, a aposta em “Banzeiro” para o carnaval e sobre a importância de dar visibilidade a toda forma de amor. “Quando o diálogo é difícil na sociedade precisamos de música e festas populares para aproximar as pessoas e diminuir a intolerância entre diferentes grupos sociais”. Confira:

1. Como você conheceu o trabalho de Dona Onete?

Em março de 2015, meu filho Gabriel, que é músico e produtor, me mandou um presente de Dona Onete: a música “No Sabor do Beijo”. Eu amei e pesquisei sobre Dona Onete. Achei ela e suas canções geniais, quis gravar, mas estava finalizando meu álbum autoral, “Vinil Virtual”. Um ano depois, Gabriel me mandou “Banzeiro” e “Tipiti” e eu me apaixonei por Banzeiro. E eu já queria muito gravar uma marchinha leve com uma letra divertida e que tivesse uma mensagem irônica. Banzeiro é isso. O Brasil está mesmo um Banzeiro!

A paraense Dona Onete gravou “Banzeiro” em seu mais recente trabalho, de mesmo nome, e percorre o mundo em turnês, aos 78 anos 

2. Uma mulher de quase oitenta anos criar músicas cheias de energia, que esquentam o público, como você observa esse talento de Dona Onete?

Ela sempre foi artista, mas é raro ter essa coragem e energia com quase 80 anos, é muito bom! Ela tem a energia e alegria de uma menina. Ela é muito carismática como cantora e como compositora. A idade também é mais uma originalidade dela. E é ótimo quebrar tabus. Não há idade pra fazer sucesso!

 

Resolveu apostar na arte um pouco mais tarde quando a vida lhe deu oportunidade. Fico felicíssima de ela estar sendo reconhecida e estar se divertindo com os shows.

3. Você é um dos grandes fenômenos do axé e da música brasileira. O que a fez apostar nessa música de Dona Onete?

Banzeiro é irresistível! A inocência, a alegria, a originalidade do vocabulário, o humor e o tom irônico da letra, o resgate da marchinha misturada com o frevo e o galope que são ritmos nordestinos e muito presentes em meu trabalho me fizeram amar Banzeiro.

4. O clipe mostra várias pessoas dançando e celebrando. E não fica de fora também essa questão de gênero. Qual a importância de dar visibilidade para os LGBTs nesse momento que vivemos no Brasil?

É um momento muito oportuno pra valorizar artistas trans e as drags e mostrar o talento de tantos excelentes artistas que tem tido pouca visibilidade. A diversidade sexual sempre esteve presente na arte, mas agora é um momento bom pra naturalizar a diversidade sexual na vida real e trazer pra luz quem estava escondido. A arte é uma maneira ótima de quebrar preconceito. Convidei grandes talentos, como: Romário, bailarino clássico, que dança com sapatilhas de ponta, quando ele se monta sua persona artística é Isabela. O bailarino e ator Igor Costa que se desmonta no clipe e montado é Yanna. Tiago, o garoto que vestiu o biquíni, o bailarino e coreógrafo de Stiletto, Elivan Nascimento, Arismar Júnior e vários bailarinos e atores da Cia Baiana de Patifaria que são gays.

É hora de trazer esses talentos para o palco principal e usar todo o poder da arte na luta por direitos iguais. Precisamos tirar a transexualidade da lista de doenças da Organização Mundial de Saúde (OMS), isso tem gerado muita violência e sofrimento para milhões de pessoas no mundo.

5. A letra de Banzeiro fala muito do Pará, de elementos da região e com gírias locais. Ainda assim, você acredita que a música comunique com o Brasil todo?

Adoro essa letra, que gera uma comunicação pouco óbvia. As palavras próprias de Belém dão riqueza à música. Trazem originalidade e subjetividade a obra. Banzeiro tem uma linguagem livre. A letra, pra quem não entende o sentido, é metáfora pura. Adoro isso!

Daniela e a esposa, Malu Verçosa, em beijo no clipe “Banzeiro”: “a arte diminui a intolerância” 

6. Para você, Banzeiro pode ser o novo hit do carnaval 2018? Qual a mensagem principal para o carnaval do ano que vem que você gostaria de antecipar?

A mensagem é direta no coração e no corpo: alegria cura. Aprendi com a nossa ancestralidade africana que a festa ameniza as tensões sociais. Quando o diálogo é difícil na sociedade precisamos de música e festas populares para aproximar as pessoas e diminuir a intolerância entre diferentes grupos sociais. Banzeiro faz todo mundo dançar.

Acredito na arte pra unir o Brasil. O carnaval faz esse papel. Banzeiro, Samba Presidente e Eletro Ben Dodô trazem nossas raízes musicais e culturais e a arte e a cultura nos fortalece individual e coletivamente, nos une, nos aproxima. Axé!

Fonte: G1

STF adia decisão doação de sangue por gays

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(Foto: Divulgação)

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), pediu vista (mais tempo para estudar o caso) nesta quinta-feira (26) no julgamento que analisa regras do governo que restringem a doação de sangue por homossexuais. Com isso, o julgamento fica interrompido por tempo indeterminado, até que o ministro leve seu voto ao plenário.

Até o momento, quatro dentre os 11 ministros da Corte já votaram para derrubar normas do Ministério da Saúde e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que proíbem de doar sangue homens que fizeram sexo com outro homem pelo período de 1 ano a partir do ato sexual.

O relator do processo, Edson Fachin, e os ministros e os ministros Luís Roberto Barroso, Rosa Weber e Luiz Fux defenderam o fim da restrição.

Alexandre de Moraes abriu a divergência e votou diferente dos colegas. Ele propôs uma adaptação nas regras, para que o sangue seja armazenado para testes até a constatação de que não há risco de estar contaminado.

Ainda faltam votar os ministros Ricardo Lewandowski, Dias Toffoli, Gilmar Mendes, Marco Aurélio, Celso de Mello e Cármen Lúcia.

Autor da ação que contesta as normas da Anvisa, o Partido Socialista Brasileiro (PSB) apontou “absurdo tratamento discriminatório” por parte do poder público. O partido diz que, na prática, as normas barram “permanentemente” gays com “mínima atividade sexual”.

No processo, a Anvisa negou que a regra exclua homossexuais e bissexuais, mas apenas exige que eles atendam ao requisito – de não ter tido relação sexual com parceiros nos últimos 12 meses.

O Ministério da Saúde também negou tratamento discriminatório, alegando que a regra é uma dentre outras restrições com objetivo de proteger o receptor do sangue doado contra doenças.

Atualmente, todas as pessoas que procuram um centro de doação passam por exames de triagem antes de serem consideradas aptas a realizar o procedimento.

Fonte: ORM

Alunos da rede pública estadual fazem simulado para o Enem

(Foto: Ascom Seduc)

A contadora Luciléa Martins, moradora do Bairro de Nazaré, em Belém, saiu cedo de casa nesta quarta-feira (25), para acompanhar a filha, Leilane de Paula, 17 anos, estudante do 3º ano do ensino médio da Escola Estadual Orlando Bitar. Ambas foram à Escola Estadual Dr. Justo Chermont, no Bairro da Pedreira, onde Leilane e outros 300 alunos de oito escolas estaduais da capital paraense fizeram um simulado semelhante ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que será aplicado em todo o Brasil nos próximos dias 5 e 12 de novembro.

Estudante dedicada, Leilane participa do Enem desde quando cursava o 8º ano do ensino fundamental, e fez questão de participar do simulado promovido pela Unidade Seduc na Escola (USE) 5, que gerencia as oito escolas envolvidas na atividade (Benjamin Constant, Rodrigues Pinagé, Deodoro de Mendonça, Vilhena Alves, Orlando Bitar, Ulysses Guimarães, Dr. Freitas e Justo Chermont). “A escola nos deu uma boa preparação ao longo do ano e, por isso, minha expectativa é a melhor possível”, disse a jovem, momentos antes de entrar na sala da aula, sob o olhar atento da mãe. “Ela sempre foi uma excelente aluna, e nós damos a ela todo o suporte necessário”, garantiu Luciléa Martins.

Apoio fundamental – A participação da família na vida escolar de crianças e adolescentes supera a simples proteção. “É comprometimento com a educação. Revela uma dimensão que precisa se expandir no seio da comunidade, considerando-se que a família é fundamental e necessária à educação. Sem a família, a escola fica sem uma perna de apoio. E é louvável o gesto da mãe dessa aluna da Escola Orlando Bitar”, afirmou a gestora da USE 5, Dorilene Melo.

Segundo ela, é preciso que toda a comunidade escolar se envolva no Enem. “É preciso que o Enem se transforme num acontecimento, sendo um rito de passagem para a universidade. Precisamos que isso seja um acontecimento nacional, de grande envolvimento. E é desejável que todos nós, educadores, pais, responsáveis em geral pelos alunos, tenhamos a percepção da grandiosidade social e humana da educação, da importância que o conhecimento tem para a vida de jovens e crianças”, reiterou.

Teste real – O simulado realizado na Escola Justo Chermont, localizada no Bairro da Pedreira, reproduziu as condições que os alunos vão encontrar nas provas do Enem. Os portões foram abertos às 11 h e fechados às 12 h, semelhante à programação do teste nacional, que segue o horário oficial de Brasília (DF). Os alunos iniciaram a prova às 12h30, com duração de 5h30. Neste primeiro dia, questões do teste foram das áreas de Ciências Humanas e suas Tecnologias; Linguagens, Códigos e suas Tecnologias e Redação. A prova de quinta-feira (26) terá 4h30 de duração, e vai abordar as áreas de Matemática e suas Tecnologias e Ciências da Natureza e suas Tecnologias.

Durante todo o ano, as escolas da USE 5 realizam ações individualizadas visando à preparação dos alunos. “No segundo semestre, nós juntamos todas essas escolas para atividades comuns, como os aulões, e o simulado, no estilo do Enem, para que eles possam se autoavaliar e perceber quais são os seus pontos fracos e fortes para a prova oficial. É um trabalho de avaliação de conhecimento, e também de motivação”, detalhou a técnica em Educação da USE 5, Cyane Pereira, responsável pela ação. Segundo ela, os resultados obtidos pelos alunos no simulado só serão divulgados após a realização das provas oficiais do Enem, e os três melhores desempenhos serão premiados.

Expectativa – As amigas Karen Vieira, 18 anos, e Mônica Souza, 17, alunas do 3º ano do ensino médio da Escola Estadual Ulysses Guimarães, também chegaram cedo à Escola Estadual Dr. Justo Chermont. Sem disfarçar o nervosismo e a ansiedade, Karen – que busca uma vaga no curso de Nutrição, na Universidade Federal do Pará (UFPA) – declarou que “é importante para nós termos uma base de como será o dia da prova, até pra gente aprender a controlar nervosismo. Quando chegarmos lá, já saberemos tudo como vai ser”.

Mônica, que pretende ser médica veterinária, fará o Enem pela primeira vez, e afirmou que “o simulado, com certeza, vai ajudar a tirar as nossas últimas dúvidas”.

Aluno do 3º ano do ensino médio da Escola Estadual Dr. Freitas, Kaio Farias, 17 anos, parecia mais tranquilo. Ele vai prestar vestibular para Jornalismo e História, e enfrentará o Enem pela segunda vez, agora mais preparado. “A única disciplina que ainda me preocupa um pouco é Química, mas estou focado, estudando, e sei que posso tirar uma boa nota”, declarou.

Os participantes do Enem no Pará devem ficar atentos ao horário de início das provas por conta do horário de verão, no qual o Estado não está incluído. Por isso, os portões nos locais de provas no Pará serão abertos às 11 h, e fechados às 12 h. As provas começarão às 12h30, exatamente como está ocorrendo no simulado realizado na Escola Justo Chermont.

Fonte: Agência Pará