Jovens homossexuais têm mais tendência ao suicídio, diz estudo

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(Foto: Divulgação)

A Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, realizou um estudo sobre a relação entre a orientação sexual e o suicídio entre jovens. Os resultados mostraram que os homossexuais têm mais probabilidade de praticar o ato. Além disso, a pesquisa concluiu que o local de convívio social também exerce bastante influência – ambientes mais abertos à homossexualidade apresentam menos casos de suicídio.

Cerca de 32.000 jovens anônimos participaram do estudo. Os dados analisados pela equipe são provenientes de uma pesquisa anual realizada pelo estado do Oregon, a Oregon Healthy Teens Survey. Os particpantes são alunos de escola púbica entre 13 e 17 anos. Com base nas respostas dos jovens, a pesquisa concluiu que a probabilidade de um homossexual cometer suicídio é cinco vezes maior do que um jovem heterossexual.
Porém, o ambiente em que o jovem convive pode fazer muita diferença. Os adolescentes que vivem e estudam em locais que aceitam melhor gays e lésbicas têm 25% menos probabilidade de tentar suicídio do que os ambientes mais repressores.

Estudos anteriores apontam que o suicídio é a terceira principal causa de morte entre jovens de 15 a 24 anos nos Estados Unidos. “Este estudo sugere como podemos reduzir as tentativas de suicídio entre gays, lésbicas e bissexuais. Mostra também que a criação de um ambiente escolar bom para os homossexuais pode levar a melhores resultados na saúde de todos os jovens”, declarou o psicólogo Mark L. Hatzenbuehler, responsável pela pesquisa, ao EurekAlert.

Fonte: Revista Galileu

Terminal Rodoviário de Ananindeua deixa passageiros em risco e teve obras adiadas

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(Foto: Reprodução TV Liberal)

Um problema antigo continua colocando em risco passageiros que precisam embarcar nos ônibus intermunicipais em Ananindeua, município da região metropolitana de Belém.

O embarque é feito no meio da rua, na BR-316. O início das obras do tão esperado terminal rodoviário foi adiado mais uma vez. Enquanto isso, o que se vê é a dificuldade enfrentada pelos passageiros e a situação se agrava ainda mais no período de chuvas.

Um vídeo mostra a dificuldade enfrentada por pessoas que tentavam ajudar um cadeirante a embarcar em um ônibus debaixo de chuva. O ônibus parou quase no meio da rua para pegar o passageiro.

A cena é um reflexo do descaso com os usuários. Isso tudo acontece no que deveria ser o terminal rodoviário de Ananindeua. Vans e ônibus param no meio da rua e, como chove bastante esses dias, é inevitável se molhar quando se vai embarcar.

O técnico em multisserviços Paulo Jolray, que fez o vídeo e usa o terminal, está indignado com a situação. “Quando a chuva fica mais forte com o vento, não tem onde se abrigar, porque molha mais”, diz.

A movimentação atrapalha tanto quem vai embarcar nos ônibus quanto o trânsito da BR-316, pois os ônibus param enfileirados na pista.

O aposentado Marco Antônio Silva diz que, quem vai viajar, tem de esperar em pé, faça chuva ou sol, pois não há cadeiras no espaço de embarque e desembarque. Além disso, não há banheiros. A pouca área coberta que há no local é improvisada, feita pelas próprias empresas que vendem bilhetes de passagem.

Wandenilson Andrade pega o coletivo para Ourém toda semana e sabe bem dos problemas. “A situação é bem complicada aqui em Ananindeua”, diz.

A prefeitura de Ananindeua disse que deve construir um terminal provisório até o final do primeiro semestre de 2018. Entretanto, uma nota de julho deste ano dizia que a obra seria concluída até o final de 2017.

Enquanto isso, todo esse problema continua, e bem em frente ao prédio da prefeitura de Ananindeua.

Ainda segundo a prefeitura de Ananindeua , os serviços no terminal provisório já estão sendo realizados e a primeira etapa concluída deve ser o espaço coberto.

A Polícia Rodoviária Federal garante que faz rondas permanentes no local para evitar transtornos na rodovia.

Fonte: G1

Brasil lidera assassinato de LGBTs

Último relatório do Grupo Gay da Bahia constatou que uma pessoa LGBT morre a cada 25 horas no Brasil - Créditos: Elza Fiuza/ Agência Brasil
(Foto: Divulgação)

Relatório da Associação Internacional de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transgêneros e Intersexuais (ILGA) e divulgado pelo site Brasil de Fato mostra que o País é líder em assassinatos a LGBTs nas Américas em 2017. Na reportagem também é denunciado a falta de recursos e politicas públicas para combater a homofobia no Brasil.

Dados da ONG Grupo Gay da Bahia mostram que das 343 pessoas LGBTs assassinadas em 2016, metade era gay e 42% eram travestis ou transexuais. Os estados com mais casos de violência foram São Paulo, Bahia, Rio de Janeiro e Amazonas.

De acordo com o levantamento, Os recursos para combater a homofobia foram de R$ 3.061.540,13 em 2008 para R$ 518.565,23 em 2016, uma queda expressiva de repasses. A assessoria de imprensa do Ministério dos Direitos Humanos não respondeu aos questionamentos da reportagem.

Por Madson Sousa, com informações do site Brasil de Fato

Pabllo Vittar fará show em Belém dia 13

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(Foto: Divulgação)

Uma das revelações do pop nacional em 2017, a drag Pabllo Vittar fará o esquenta do carnaval 2018 em Belém. A artista se apresenta no dia 13 de janeiro no bloco largadinho como atração principal. As Bandas Mizerê, Os Largadinhos, Betto & Naldo, The Morô e Jeito inocente também se apresentam no evento.

Pabllo Vittar foi uma das artistas mais ouvidas em serviços de streaming e nas principais rádios do país. Com seu primeiro álbum autoral, “Vai passar mal, a artista despontou como grande revelação e conquistou o grande público, com destaque para a música “k.O” que ganhou como a canção do ano no Domingão do Faustão da Rede Globo.

Por Madson Sousa

Número de casamentos gays dispara no país mesmo com o preconceito

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(Foto: Divulgação)

O Brasil avança lentamente rumo a uma legislação mais inclusiva. A união homoafetiva é uma realidade no país desde 2011, quando o Supremo Tribunal Federal (STF) equiparou a união homossexual à heterossexual. Há quatro anos, foi aprovada a Resolução nº 175 do Conselho Nacional de Justiça, que impede os cartórios brasileiros de se recusarem a converter uniões estáveis homoafetivas em casamento civil. A Dinamarca foi o primeiro país a fazer isso, em 1989. Atualmente, 26 países possuem legislação que permite a união civil entre pessoas do mesmo sexo.

Desde 2013, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) registrou um aumento de 51,7% nos casamentos gays. Entre 2014 e 2015, cresceu mais do que a formalização do compromisso entre casais heterossexuais. Enquanto as uniões entre héteros aumentaram 2,7%, as uniões igualitárias cresceram 15,7%.

CORAGEM PARA ENCARAR

A decisão de assumir a homossexualidade ainda é um processo complicado para muita gente, independentemente da idade. No entanto, admitir depois dos 50 anos, após um casamento convencional e filhos, tem um peso diferente. A preocupação passa a ser a exposição dos filhos e a manutenção de um relacionamento familiar saudável. Apesar do preconceito, que ainda é forte, um número crescente de pais e avós tem saído do armário provando que não há idade para ser feliz e revelar sua verdadeira orientação sexual.

“Essas pessoas já sabiam, de alguma forma, tinham esse desejo, essa orientação, mas por pressão social, para não decepcionar a família, elas desenvolvem uma atitude heterossexual, guardam o desejo. Quando os filhos crescem, já cumpriu com aquilo que é esperado socialmente, se casou, então, ela consegue viver sua própria orientação. É mais difícil, mas é libertador da mesma forma”, explica o psicólogo Claudio Picazio.

Esse é o caso de André (nome fictício), de 52 anos, pai de uma criança e dois adolescentes. Ele diz que sempre quis ter uma família e por muito tempo abdicou de um desejo por outro. “Desde cedo percebi a situação, mas me atraía mais a ideia de construir uma família convencional. Depois que decidimos nos separar, resolvi explorar esse lado da sexualidade. Muita coisa havia mudado, pelo menos na esfera social em que vivo”.

Há três anos em uma união estável, ele ainda evita demonstrações públicas de afeto e exposição por causa dos filhos. “Eles tomaram conhecimento aos poucos e foram se acostumando com a situação. Hoje, encaram tudo com certa naturalidade, mas como vivemos em uma sociedade preconceituosa, procuro evitar exposição. Não me sinto à vontade para trocar carinho em locais públicos. Acho bonito ver tantos jovens lidarem com isso com naturalidade, apesar de vivermos em uma sociedade bem preconceituosa”, relata.

Com os filhos adultos, o processo de assumir a orientação sexual foi natural para a aposentada Thusnelda Frick, 63 anos. “Me apaixonei e conversei com eles. Eu disse: estou com 53 anos e não tenho tempo para esperar. O futuro é hoje e eu quero ser feliz hoje. Depois de um ano, resolvemos viver juntas. Não foi nada surpreendente, para eles é perfeitamente natural”, conta.

Casada por oito anos com um homem por quem, segundo ela, foi profundamente apaixonada, o relacionamento não deu certo e ela reencontrou o amor na relação com Patrícia Fernandes, 53 anos. “A oportunidade de me apaixonar pela Patrícia aconteceu. Ela é amadurecida, temos uma identificação cultural muito forte, compartilhamos os mesmos interesses. Sou movida por paixões, tenho que me envolver e com ela foi isso”. Elas estão juntas há 11 anos.

Fonte: Gazeta

Retrospectiva 2017: confira os 10 melhores discos da música nacional

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(Foto: Divulgação)

A música nacional conseguiu desempenho formidável no Brasil em 2017. Nos serviços de streaming e nas principais rádios do país, ouviu-se muito mais faixas produzidas por aqui do que aquelas exportadas.

Boa parte desse sucesso deve-se a uma reinvenção do pop nacional, que conheceu Pabllo Vittar e Iza, além de confirmar a trajetória meteórica de Anitta. O sertanejo, como era de se esperar, não ficou de fora.

1/10 “Espiral de Ilusão”. Criolo, atualmente, está para a música nacional como Messi para o futebol mundial. Sua presença é quase garantida em qualquer lista de melhores. Esse disco de samba mostra um cantor suingado, em uma sequência de faixas quase impossível de largar. Destaque especial para a voz simples de “Dilúvio de Solidão”.

2/10“Check Mate”. É verdade que não se trata de um disco convencional, mas o projeto de Anitta foi certamente um dos mais comentados do ano. Oficialmente, as faixas fazem parte do conceito: “Will I See You?”, “Is That For Me”, “Downtown” e “Vai Malandra”. Mas “Paradinha” pode entrar em um futuro disco. Certamente, a popstar foi o nome mais comentado e bombou nas rádios e pistas de dança.

3/10“Caravanas”. Quando Chico Buarque para com as peladas do Politheama e volta à música, a gente já separa um espacinho na lista dos melhores. O novo disco nem precisava do lugar reservado. É uma delícia que transita entre o samba e a bossa, com pitadas de bolero. Daquele jeito que só o poeta consegue.

4/10“Esú”. O CD do rapper Baco Exu do Blues merece lugar entre os discos mais destacados do ano apenas por conta de “Te Amo Disgraça”. Desbocada e romântica, a faixa foi uma das surpresas mais agradáveis dos últimos 12 meses. O disco ainda traz outras canções excelentes: “Capitães de Areia”, “A Pelo que Habito” e “Esú”.

5/10“Vai Passar Mal”. Pabllo Vittar foi uma das artistas mais destacadas do ano. Independentemente das apresentações ao vivo, que, de fato, são ruins, o disco é um dos lançamentos mais inovadores do ano. Tem eletrônico, tecnobrega, forrozão, Gorky e Diplo. É muito bom: aceita ou surta, bebê.

6/10“Realidade”. Uma rainha dessas, bicho! Nesse disco ao vivo, Marília Mendonça apresentou ao Brasil “Amante Não Tem Lar” e “Eu Sei de Cor”. Quem não curtiu essa sofrência maravilhosa em 2017?
 7/10“Índigo Cristal”. Depois de 8 anos sem álbum de inéditas, os brasilienses do Natiruts lançaram novidade em 2017. O grupo apostou no gênero que o consagrou: um reggae clássico, com os elementos tradicionais da banda. Um som feito para fãs que agrada desde a primeira audição.
8/10“Coração”. Esqueça a polêmica com Ney Matogrosso. O álbum do pernambucano Johnny Hooker traz modernidade aos ritmos tradicionais brasileiros. Sem dúvida, a melhor coisa do disco (além da voz rasgada de Hooker) é a deliciosa faixa “Flutua”, com participação de Liniker e os Caramelows. “Eles não vão vencer!”, diz esse hino contra o preconceito.
9/10“Lá Vem a Morte”. Protagonista dos palcos alternativos, o grupo goiano Boogarins é um ar de frescor no mundo do rock indie brasileiro. O curto CD – com apenas 8 faixas – brinca com o experimental, sem perder a essência roqueira. Um bom mergulho num mundo um tantinho mais hispter.
10/10“Letrux em Noite de Climão”: O tecnoMPB (termo inventado neste exato instante) do disco é uma novidade gostosa para a música nacional. De toda a lista apresentada aqui, esse álbum certamente é o mais inventivo e criativo. Ainda conta com participação de Marina Lima.
Fonte: Metropole

Pesquisadores paraenses testam novo remédio contra o câncer

Segundo pesquisadores, substância está sendo testada em camundongos. (Foto: Thiago Gomes / Agência Pará )
(Foto: Thiago Gomes / Ag. Pará)

Uma pesquisa realizada por pesquisadores da Universidade do Estado do Pará (Uepa) em parceria com a Universidade Federal do Pará (UFPA) testa um novo remédio de combate ao câncer. A substância, desenvolvida a partir de um medicamento já utilizado no combate a doença, está sendo patenteada. Os testes estão sendo realizados em camundongos no biotério do Centro de Ciências Biológicas da Uepa.

Segundo a pesquisadora Simone Haru, que está à frente da pesquisa do antitumorígeno, a substância funcionará como medicamento principal ou auxiliar nas terapias. Ela informa que a motivação para o desenvolvimento da nova droga foi a observação de que os medicamentos em uso nos tratamentos contra o câncer causam muitas reações adversas.

“Os beneficiados serão os pacientes que lutam contra o câncer e sofrem com reações adversas aos medicamentos utilizados em seus tratamentos”, reitera Simone Haru.

Fase de testes

Para um medicamento ser liberado para uso por seres humanos deve passar por várias fases. A primeira é a fase não clínica, em que os cientistas testam as substâncias em laboratório e em animais de experimentação, sempre obedecendo à normas de proteção aos animais. O objetivo principal desta fase é verificar como a substância se comporta em um organismo.

“Primeiramente, nós temos a fase in vitro, onde o medicamento é testado em células com câncer, para somente depois ser aplicado aos camundongos. Tudo isso para diminuir os óbitos entre os animais. Após os camundongos, os testes serão realizados com animais maiores, até chegar aos testes com seres humanos voluntários”, informa a pesquisadora. Todo esse processo leva aproximadamente 15 anos.

Fonte: G1