Quadrilha de SC que roubava bancos em pelo menos 3 estados é presa

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(Foto: Divulgação)

Cinco integrantes de uma quadrilha que realizava roubos a bancos e a caixas eletrônicos foram presos na madrugada desta segunda-feira (26), em Volta Redonda, no Sul do Rio de Janeiro.

Depois de uma tentativa de roubo frustrada em uma unidade bancária de Três Corações, no interior de Minas Gerais, os bandidos trocaram mensagens se lamentando. Ao voltarem para o esconderijo, em Volta Redonda, ele foram supreendidos por Políciais Civis de Combate às Drogas – DCOD. A ação contou também com o apoio da Delegacia de Roubos e Furtos – DRF.

Um outro envolvido foi detido em Búzios, na Região dos Lagos. Segundo a polícia, os suspeitos fazem parte de uma facção de Santa Catarina e contavam com o apoio de uma das principais facções do Rio. Todos os homens possuem passagem pela polícia.

Os bandidos postaram fotos nas redes sociais ostentando pilhas de dinheiro. De acordo com as investigações, as notas foram roubadas de caixas eletrônicos nas cidades de Campos, Volta Redonda, Pinheiral e na capital, para onde os bandidos planejavam voltar.

A quadrilha não utilizava explosivos. De acordo com o titular da delegacia de combate às drogas, Felipe Curi, eles utilizavam martelete, serras, que são instrumentos que fazem muito barulho.

“Por isso eles escolhiam agências bancárias que não tivesse uma vizinhança muito grande por perto para que eles pudessem atuar durante toda a madrugada e principalmente nos finais de semana”, explicou.

A suspeita dos agentes é de que um funcionário da instituição financeira forneça informações privilegiadas para que o bando possa atuar sem que haja uma intervenção policial.

Fonte: G1

Desemprego atinge 12,7 milhões de brasileiros em janeiro

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(Foto: Divulgação)

O índice de desemprego no Brasil atingiu 12,2% no trimestre encerrado em janeiro de 2018. Isso significa que 12,7 milhões de pessoas estão desempregadas no país. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por meio da pesquisa Pnad Contínua.

O desemprego ficou maior do que o registrado no trimestre encerrado em dezembro, quando a taxa foi de 11,8%, mas ficou estável em relação ao trimestre anterior, quando a taxa também foi de 12,2%. O número, no entanto, está abaixo da taxa registrada no trimestre encerrado em janeiro do ano passado, de 12,6%.

O índice de desemprego calculado pelo IBGE é uma média móvel trimestral, divulgada mensalmente. Isso significa que o resultado de janeiro se refere ao período entre novembro de 2017 e janeiro de 2018.

Rendimento

O rendimento médio real habitual do trabalhador ficou em R$ 2.169 em janeiro. Segundo o IBGE, este valor ficou estável na comparação com janeiro do ano passado, quando foi de R$ R$ 2.135. Já a massa de rendimento real habitual teve alta de 4,4% neste período, chegando a R$ 193,8 bilhões.

Fonte: G1

Úrsula Vidal é a nova filiada do PSOL e deve ser candidata ao Senado

Ursula Vidal é a nova filiada do PSOL (Foto: Reprodução)
(Foto: Divulgação)

Úrsula Vidal pode ser a aposta do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) para as eleições deste ano. O anúncio da filiação foi feito pela própria jornalista, através das redes sociais, na noite desta terça-feira (27).

Úrsula, que foi um dos nomes mais surpreendentes nas últimas eleições para a prefeitura de Belém, alcançou o terceiro lugar na disputa. Na época, ela estava filiada à Rede.

No anúncio, Úrsula destacou “a trajetória de enfrentamento e construção coletiva do PSOL na política brasileira” que, segundo ela, “tem a solidez de uma esquerda que não foge à luta e que mantém seus princípios”.

Inicialmente, Ursula tinha o nome cotado para concorrer ao governo do estado, mas ela vem rechaçando esta possibilidade cada vez mais.

Apesar de ainda não confirmar oficialmente, Úrsula Vidal está mais inclinada à possibilidade de concorrer a uma vaga no Senado Federal, onde teoricamente teria mais chances de se eleger.

O evento para apresentar a nova filiada do PSOL será na próxima sexta-feira (2), no Hotel Sagres, em Belém.

Fonte: DOL

Prefeito diz que estar fazendo ‘esforço desgraçado’ para resolver os alagamentos em Belém

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(Foto: Reprodução / TV Liberal)

O prefeito de Belém, Zenaldo Coutinho, concedeu entrevista à TV Liberal na tarde desta terça-feira (27). De acordo com o gestor, o fato de a forte chuva ter coincidido com a maré alta na manhã de segunda-feira (26) provocou um dos maiores alagamentos já registrados na capital paraense.

“Estava previsto para chover 8 milímetros na segunda-feira, mas choveu 14 milímetros, e ainda teve a preamar que atingiu a marca de 2,9 metros. Os dois fatores fizeram com que a nossa cidade ficasse debaixo d’água”, afirmou Zenaldo Coutinho.

Para reforçar a tese, o prefeito ainda disse que parte de Belém está abaixo do nível do mar e por isso a cidade apresentou tantos alagamentos com as fortes chuvas do período do inverno amazônico.

“Nós temos 40% da nossa cidade abaixo do nível do mar. E óbvio, com uma chuva tão intensa, completamente fora dos padrões de previsibilidade, gera danos”, afirmou.

Obras de macrodrenagem

Quanto as obras de macrodrenagem nas bacias hidrográficas que cortam Belém, Zenaldo afirmou que o principal problema é que há casas com ocupação irregular sobre os canais da cidade e que isso está dificultando muito o remanejo e a velocidade de conclusão das obras.

“Nós temos um problema grave no canal de Marte, ocupações lá. A baixada do Marco, onde nos problemas que refletem o Tucunduba, que está sendo trabalhado neste momento pelo Governo do Estado, a Prefeitura tem sido parceira. Já retiramos mais de 100 casas de cima dos canais, e isso, por óbvio, dá problemas graves para dentro da nossa cidade”, detalhou.

“Estamos fazendo um esforço desgraçado para equilibrar as contas, para pagar o servidor em dia, para deixar tudo ajeitado do que deixaram ‘esculhambado’ da gestão passada e, finalmente, conseguir habilitação para captação de novos recursos e novos investimentos”, completou.

Tucunduba passou por obras emergenciais em agosto. Terceira etapa do projeto iniciou em 2017 (Foto: Sidney Oliveira / Agência Pará)
(Tucunduba passou por obras emergenciais em agosto. Terceira etapa do projeto iniciou em 2017 (Foto: Sidney Oliveira / Ag. Pará)

Lixo

Além das obras, o prefeito de Belém pediu a colaboração da população para evitar jogar lixo nos canais e bueiros. De acordo com Zenaldo Coutinho, o município gasta R$ 13 milhões por ano em limpeza da cidade, incluindo canais e bueiros, um dinheiro que poderia ser realocado para outras obras de saneamento básico se houvesse maior conscientização popular.

“Você tem nas beiras dos canais, próximos às bocas de lobo, o lançamento de lixo. E isso a gente precisa de um grande mutirão de todos. Que, alias, nessa luta que nós estamos, conseguimos um novo convênio com o próprio Governo do Estado e que estamos lançando um grande um grande mutirão com reforço absoluto. Vamos contratar mais de 800 homens para trabalhar no mutirão de limpeza até o final do ano”, declarou.

“Eu não tiro a responsabilidade da Prefeitura, de jeito nenhum. Não adianta achar que a solução é numa vara de condão. Nem o dinheiro é mágico e nem as soluções são simples. Elas são complexas”, concluiu.

Fonte: G1

Anvisa aprova novo medicamento para esclerose múltipla

Ilustração mostra a estrutura do linfócito B. Nova droga se liga à célula para impedir ataca à bainha de mielina  (Foto: Blausen Medical - BruceBlaus)
(Foto: Divulgação)

Pacientes que sofrem de esclerose múltipla passaram a ter uma nova opção com a aprovação do Ocrelizumabe, que recebeu registro da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

O novo medicamento, produzido pela Roche, impede surtos da doença.

A esclerose múltipla é uma condição em que o sistema de defesa “ataca” a estrutura que reveste as células nervosas: a bainha de mielina.

Isso causa sintomas diversos, como distúrbios do movimento.

Não há cura e os medicamentos visam a reduzir os surtos da doença — episódios em que os sintomas são mais agudos.

A droga se liga ao linfócito B, célula de defesa que tem um papel importante na destruição da bainha.

“O ocrelizumabe identifica e elimina esses linfócitos B específicos. Isso reduz a inflamação e os ataques na bainha de mielina, como também reduz a probabilidade de surtos e atrasa a progressão da doença”, detalha a nota da Anvisa.

O medicamento é biológico, ou seja, seu princípio ativo é produzido por meio de organismos vivos. Também trata-se de um anticorpo monoclonal.

Para produzir um anticorpo monoclonal, pesquisadores clonam uma célula de defesa, que depois é treinada para identificar e atacar agentes causadores de doenças.

Doença degenerativa provoca distúrbios de movimento

A esclerose múltipla é uma condição em que o próprio sistema imunulógico acaba destruindo uma camada de gordura e proteína que reveste as células nervosas.

Essa camada, chamada de bainha de mielina, permite a condução dos impulsos nervosos com velocidade e precisão.

São esses impulsos que possibilitam que o cérebro comande as funções do corpo.

Com a destruição da camada, a doença vai progressivamente provocando alterações no humor, depressão, deterioração mental, fraqueza, lentidão, desequilíbrio, tremor, entre outros sintomas.

Fonte: G1

TSE planeja verificação pública de parte das eleições com voto impresso

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(Foto: Divulgação)

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) planeja, na apuração das eleições deste ano, usar o voto impresso para verificação pública de uma parte da votação registrada nas urnas eletrônicas.

A verificação, feita por equipe de servidores da Justiça eleitoral e com participação de fiscais representantes de partidos, deverá ser feita em apenas um local de cada estado, escolhido pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) local.

Os procedimentos e regras para a implantação do voto impresso no país foram divulgadas nesta segunda-feira (26) pelo TSE. O tribunal promoveu nesta manhã uma audiência pública para discutir o assunto com representantes da sociedade civil.

Uma resolução sobre o voto impresso deverá ser aprovada até o próximo dia 5 de março. A minuta, que esboça como a Justiça Eleitoral vai organizar a instalação, operação e uso dos equipamentos de impressão, pode ser acessada neste link.

Novidade nas eleições deste ano, o voto impresso deverá ser implantando em cerca de 30 mil (5%) das 600 mil urnas eletrônicas a serem usadas na votação, na qual o eleitor escolherá presidente, governador, senadores, deputados, prefeito e vereadores.

Nem todas as urnas com impressoras terão os votos verificados, apenas uma parte. Caberá ao TRE divulgar, 20 dias antes do primeiro turno, local, data e hora da verificação, que será feita até 4 dias após a votação. As urnas com impressoras que terão os votos conferidos serão escolhidas dois dias após a votação.

Sigilo do voto e verificação

O rascunho da resolução diz que o voto impresso não conterá qualquer informação que permita a identificação do eleitor. Cada voto terá um código autenticador e também um “QR Code”.

O primeiro é uma sequência de caracteres que garantem a origem e autenticidade do voto. O segundo é um código barras bidimensional, na forma de um quadrado, no qual as escolhas do eleitor poderão ser verificadas com um leitor eletrônico.

Para verificar se o voto impresso corresponde ao que foi registrado na urna eletrônica, a equipe de servidores vai:

  • numerar cada voto impresso em sequência;
  • fazer a leitura do QRCode, para que as escolhas daquele voto sejam exibidas no sistema;
  • ler em voz alta a votação realizada pelo eleitor no voto impresso;
  • confirmar se o conteúdo lido corresponde ao exibido pelo sistema;

Ao final do procedimento, será emitido um relatório com o resultado da contagem, que será comparado com o boletim daquela urna – documento que diz quantos votos cada candidato recebeu nela.

Impressão

A resolução do TSE também detalha como será a votação com a impressão. As urnas que estiverem equipadas terão, além da impressora, um repositório de plástico onde serão depositados cada voto impresso. Essa caixa será lacrada e só será aberta no momento da verificação, onde todos os votos serão retirados.

No momento de votar, depois que o eleitor escolher todos os candidatos de sua preferência, será exibido para ele na tela da urna eletrônica a lista com o resumo, apresentando o número e o nome do político para cada cargo.

Ao mesmo tempo, será exibido também ao lado o voto impresso, com a mesma lista de candidatos escolhidos para cada cargo. Só após conferir se o que digitou corresponde ao que está impresso, o eleitor confirma e o voto físico é depositado no compartimento.

Se o eleitor quiser corrigir sua escolha, aquele voto impresso também será cancelado e ele poderá reiniciar a votação. Se isso se repetir por mais uma vez, o eleitor será retirado da cabine e terá de voltar para o final da fila de votação.

Audiência

Durante a audiência no TSE, diversos ativistas de movimentos em favor do voto impresso pediram que ele seja implantado em todas as urnas eletrônicas do país.

“Nossa cidadania exige que a princípio da publicidade dos atos administrativos seja cumprida, de forma clara e compreensível. A contagem de cada voto é um ato administrativo. Queremos fiscalizar o ato jurídico, por isso se pede a prova dele, pois tem requisito de publicidade para ser válido”, disse Felipe Marcelo Gimenez, da Associação Pátria Brasil.

Único a falar contra o voto impresso, o advogado Fernando Neves, do Instituto Brasileiro de Direito Eleitoral (Ibrade), levantou dúvida sobre a possibilidade de a votação ser suspensa se o eleitor quiser corrigir o voto por mais de duas vezes.

“Estamos partindo para um retrocesso, quando temos meios de aprimorar a conferência na urna eletrônica”, afirmou.

Representante do Instituto Resgata Brasil, Beatriz Kicis questionou a resistência do TSE em implantar o voto impresso no país, aprovado em lei desde 2015.

“O que basta é sabermos que a urna sem o voto impresso não gera confiança. E nós temos o direito à transparência na votação. A urna sem o voto impresso não gera confiança. A Constituição nos garante pelo princípio da publicidade que o nosso voto seja apurado de forma transparente”, disse Kicis na audiência.

No início deste mês, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, apresentou ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para derrubar a lei que determina a impressão dos votos. Alegou risco ao sigilo do voto, em caso de falha na impressão ou travamento do papel na urna eletrônica.

Ao final da audiência desta segunda, o presidente do TSE, Luiz Fux, após ouvir todas as manifestações, agradeceu a participação.

“Essa audiência pública foi marcada em respeito à soberania popular. Queremos saber o que pensa o cidadão, para que com responsabilidade, planejamento e transparência, o nós que podemos fazer em prol do povo. A nossa missão aqui é muito consciente no sentido de que todo poder emana do povo e em seu nome deve ser exercido. Nós faremos todo o possível diante de tudo o quanto foi sustentado, iluminado pelos nobres desígnios com que todos estiveram aqui”, afirmou o ministro.

Fonte: G1

Moradores das comunidades atingidas pelo vazamento da Hydro apresentam vômito e diarreia

Contaminação da Hydro (Foto: Divulgação)
(Foto: Divulgação)

Posto de saúde do bairro Vila Nova, em Barcarena, nordeste do Pará, teve movimentação intensa no final de semana e na manhã desta segunda-feira (26). Os moradores das áreas atingidas pelo vazamento do rejeito de bauxita da mineradora Hydro foram ao posto reclamando de dores gastrointestinais e coceiras na pele.

O vazamento dos rejeitos aconteceu após as fortes chuvas dos dias 16 e 17. Houve alagamentos na cidade de Barcarena e a água avermelhada que tomou conta da região assustou a população, que procurou as autoridades. A Secretaria de Meio Ambiente do Estado do Pará (Semas) vistoriou a região e descartou vazamentos. No entanto, a contaminação foi comprovada por laudo do Instituto Evandro Chagas (IEC), que constatou a presença de soda cáustica, bauxita e chumbo na região, além de flagrar um duto clandestino usado pela mineradora para despejar rejeitos diratamente no meio ambiente. Após a divulgação do laudo do IEC, a Hydro admitiu a existência do duto clandestino.

Doenças

De acordo com profissionais do posto de saúde, que não quiseram gravar entrevista e revelar o número exato de pessoas atendidas, a maioria dos pacientes vindos das áreas contaminadas pelo rejeito da refinaria norueguesa apresentava ânsia de vômito, diarreia e fraqueza, além de alguns estarem com manchas doloridas pelo corpo.

Na manhã desta segunda-feira, equipes da prefeitura de Barcarena estiveram distribuindo água mineral para as famílias atingidas pelo vazamento da Hydro. Uma equipe da Divisão Especializada de Meio Ambiente (Dema) também esteve nas comunidades colhendo depoimentos dos atingidos para o inquérito que foi aberto para apurar o vazamento e os crimes ambientais decorrentes deste vazamento.

Também estiveram em Barcarena agentes do Laboratório Central do Pará (Lacen) para coletar novas amostras de água do rio, igarapés e dos poços artesianos para verificar o nível de contaminação presente nas áreas afetadas pelo vazamento.

Em nota, a Prefeitura de Barcarena informou que os plantões médicos 24 horas funcionam na Unidade de Pronto Atendimento e nos dois hospitais do município. Nas unidades de saúde de Jardim Cabano e Vila Nova, os horários de atendimento são diferenciados e quando o médico não dá expediente no posto de saúde, ele está em outro ponto de atendendo os moradores nas casas.

Entenda o caso

No dia 17 de fevereiro, fotos registraram vazamento de rejeitos de bauxita em barragem da mineradora. Nos dias seguintes, órgãos dos governos estadual e municipal, além do Instituto Evandro Chagas, estiveram no local para vistorias. Fiscais da Semas fizeram uma inspeção na empresa e informaram que não houve nenhum vazamento ou transbordamento, mas notificou a empresa por verificar falhas no sistema de drenagem pluvial que precisariam ser corrigidas.

No dia 21 de fevereiro, a Hydro se manifestou negando qualquer incidente, eque a barragem se manteve firme, intacta e sem vazamentos. No dia 22 de fevereiro, o laudo do Instituto Evandro Chagas (IEC) confirmou contaminação em diversas áreas de Barcarena, nordeste do Pará, provocada pelo vazamento das barragens de rejeitos de bauxita da mineradora norueguesa. “A empresa fez uma ligação clandestina para eliminar esses efluentes contaminados”, revelou Marcelo Lima, pesquisador em saúde pública do IEC.

Desde então, Ministério Público, OAB, Ministério do Meio Ambiente, deputados federais e Governo do Estado destacaram equipes para apurar os danos do acidente e dar suporte às comunidades atingidas.

Fonte: G1