Saiba quem foi Dalva de Oliveira na música brasileira

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(Foto: Reprodução Youtube)

Assim como coleciona grandes cantoras, o Brasil guarda inúmeros casos de injustiça a artistas mulheres. De Elza Soares a Dona Ivone Lara, são muitas as mulheres da música tupiniquim, apedrejadas pelo machismo que tentou ceifar seus talentos. A história de Dalva de Oliveira (1917–1972) não é diferente. Ícone da era do rádio, a Rainha da Voz viveu na berlinda entre o sucesso e os ataques constantes de seus dois ex-maridos, Herivelto Martins e Tito Clement. Amparados por uma sociedade paternalista, que considerava imorais as artistas mulheres, ambos a difamaram, tiraram a guarda de seus filhos.

Mas Dalva seguiu firme – não se deixou calar, driblou a infelicidade e solidificou-se como uma das maiores cantoras do país, dona de uma voz poderosa, cuja extensão ia do contralto ao soprano. De “Bandeira Branca” a “Eu Errei”, são muitas as canções eternizadas pelo “Rouxinol do Brasil”, como também era chamada a cantora paulista, que influenciou outras grandes vozes, como as de Maria Bethânia e Alcione. “Um dia as pessoas vão descobrir que Dalva de Oliveira é a nossa Billie Holiday”, disse Elis Regina nos anos de 1970. E parece que, guardada a tradição brasileira de reconhecer tardiamente seus grandes talentos, esse descobrimento vem, de fato, acontecendo.

Uma das provas é o disco duplo “Dalva de Oliveira – 100 Anos Ao Vivo” (Biscoito Fino), fruto do espetáculo musical que homenageou o centenário da cantora, em 2017. Com idealização e produção de Thiago Marques Luiz, o show reuniu um elenco de artistas de várias gerações e estilos musicais, em em São Paulo, no Teatro J. Safra, e no Imperator, no Rio de Janeiro. Os roteiros levam a assinatura de Ricardo Cravo Albin, pesquisador e fã de Dalva, que define a cantora como “uma rainha das dores e das alegrias do povo”.

Duplo, o disco traz 32 canções que ganharam o mundo na voz de Dalva de Oliveira, entre clássicos intocáveis como “Ave Maria no Morro”, “Máscara Negra”, “Neste Mesmo lugar”, “Segredo” e “Que Será”. A luxuosa lista de intérpretes conta com cantoras contemporâneas da Rainha da Voz, como as também icônicas Ângela Maria, Alaíde Costa e Leny Andrade.

Cerrando fileira com essas divas da Era do Rádio, aparecem grandes nomes da música brasileira atual, que vêm marcando seus nomes, em diferentes vertentes. Nesse hall, despontam Xênia França Julia Vargas, Marina de la Riva e as cantoras d’As Bahias e a Cozinha Mineira, Assussena e Raquel Virgínia.

O disco ainda traz as vozes de veteranas como Zezé Motta, Tetê Espíndola, Cida Moreira, Maria Alcina e Simone Mazzer. E, ao que pese o machismo ter sido um entrave na vida de Dalva, interpretações masculinas estão presentes em nomes novos – como os dos brilhantes Filipe Catto e Ayrton Montarroyos – ou experientes, tais como Agnaldo Timóteo, Zé Renato e Edy Star.

Mais que um registro ao vivo, “Dalva de Oliveira – 100 Anos” é um compilado contemporâneo de uma justa – porém, atrasada – homenagem a um dos gogós mais bonitos e aguerridos da nossa música.

Fonte: Hoje em Dia

Cuba reforma Constituição para reverter décadas de homofobia

Roiniel Torres e Dariel Hernández conversam no Malecón de Havana.
Roiniel Torres e Dariel Hernández conversam no Malecón de Havana. YANDER ZAMORA

A Assembleia Nacional de Cuba debateu no último domingo (22) um artigo da futura reforma constitucional que abre caminho para o reconhecimento do casamento homossexual na ilha comunista. No anteprojeto, que foi aprovado no fim de semana pelos parlamentares e será submetidos nos próximos meses a consulta popular, o casamento é redefinido como a “união entre duas pessoas”. O texto atual especifica o matrimônio como a união de um homem e uma mulher. A aprovação do artigo representa um avanço importante num país que arrasta o peso de décadas de discriminação a seus cidadãos por sua orientação sexual, e que nos anos sessenta chegou a internar gays em campos de trabalhos forçados.

“Com esta proposta de regulamentação constitucional, Cuba se situa entre os países da vanguarda no reconhecimento e na garantia dos direitos humanos”, afirmou a deputada Mariela Castro, que é filha do ex-presidente Raul Castro e uma das principais promotoras do reconhecimento dos direitos da comunidade LGTBI na ilha, na qualidade de diretora do Centro Nacional de Educação Sexual. A parlamentar disse que a reforma constitucional estabelecerá as bases para que futuramente se possa aprovar o matrimônio entre pessoas do mesmo sexo em uma legislação específica, inclusive contemplando a adoção de crianças por casais de gays e lésbicas. “O Estado deve garantir a todas as famílias os seus direitos e as vias para alcançar estes fins”, acrescentou.

O deputado Miguel Barnet, presidente da União de Escritores e Artistas de Cuba, disse sentir “imenso orgulho” desse avanço. “Estamos inaugurando uma nova era. Esta é uma Constituição dialética e moderna. E, se for preciso quebrar a tradição, que se quebre. No socialismo não cabe nenhum tipo de discriminação entre seres humanos. Sou a favor do artigo 68 [sobre o casamento] da nova Constituição. Senhores, o amor não tem sexo”, afirmou. A parlamentar Yolanda Ferrer defendeu que a diversidade sexual seja “um direito, e não um estigma”, e pediu que “séculos de atrasos” sejam deixados para trás. “Quantas pessoas conhecemos que são homossexuais ou bissexuais e são pessoas dignas, e que estão a cada dia juntas de nós e muitas vezes vivem juntas, mas às quais negamos o direito de constituir família?”, questionou.

A perspectiva de que Cuba autorize o casamento homossexual foi recebida com satisfação pela comunidade LGBTI na ilha, mas em comentários nas redes sociais alguns ativistas salientaram a necessidade de que o avanço nesse aspecto dos direitos sociais seja acompanhado de mais liberdades políticas e de associação.

O projeto de reforma constitucional não prevê nenhuma mudança no sistema político, mantém o Partido Comunista como único partido legal e, embora elimine a referência ao comunismo como modelo ideal, impõe a “irrevogabilidade do socialismo”. O texto foi aprovado unanimemente pelos 605 deputados e, com relação à Constituição vigente, de 1976, escrita sobre o molde das constituições do bloco comunista europeu, contém novidades substanciais, como o reconhecimento da propriedade privada e a instituição do cargo de primeiro-ministro. O projeto será submetido a consulta popular entre 13 de agosto e em 15 de novembro, e finalmente deverá ser aprovado em um referendo ainda sem data marcada.

Falando por telefone de Havana, o ativista LGBTI Isbel Torres, de 43 anos, dizia neste domingo estar “muito contente” com a mudança constitucional sobre o casamento, que ele não esperava. “Achava que as forças mais retrógradas dentro do Governo teriam o poder de evitar, mas felizmente não foi assim”. Torres vê na decisão um passo imprescindível, mas acrescenta que ainda resta “muito trabalho por fazer”. “Cuba continua sendo um país bastante homofóbico, mais nas províncias que na capital, é verdade; mas a homofobia e sobretudo a transfobia abundam, e em nível institucional a polícia e o Exército são lugares onde a homofobia se expressa de maneira terrível. Nas escolas, além disso, o bullying homofóbico é muito comum, e não existe nenhum tipo de prevenção.”

Uma das páginas mais obscuras do castrismo foi a existência, entre 1965 e 1968, das Unidades Militares de Ajuda à Produção, campos de trabalhos forçados para a “reeducação” de indivíduos que o regime do Fidel Castro considerava extraviados com relação à moral revolucionária. As tenebrosas UMAP recebiam delinquentes comuns, dissidentes políticos, religiosos e homossexuais, entre outros. Estima-se que nelas foram encerrados cerca de 30.000 cubanos, sendo 800 deles especificamente por serem gays.

Um passado de torturas

O historiador Abel Serra Madero, estudioso das UMAPs, conta ao EL PAÍS que os detentos chegavam a ser torturados nesses centros, e critica o fato de o Governo cubano nunca ter pedido perdão por isso, e muito menos indenizado as vítimas. “Sempre tentaram demonstrar que as UMAPs foram um erro, e Fidel Castro se isentou das responsabilidades dizendo que estava muito ocupado governando e não sabia o que acontecia ali. Mas não foram um erro isolado. As UMAPs foram um fenômeno sistêmico da revolução.”

Emilio Izquierdo, diretor da associação UMAP Miami, que denuncia o ocorrido nos campos de trabalhos forçados, considera que eles foram “um crime contra a humanidade que deveria ser julgado como tal”. Izquierdo, de 70 anos, passou dois anos preso numa UMAP da província de Camagüey por ser dissidente político e recorda a crueldade especial com que os detentos homossexuais eram tratados. “Eram separados do resto e faziam equipes de trabalho composto só por gays, dividindo-os em grupos diferentes os ativos e os passivos e submetendo-os a todo tipo de insultos, surras e trancamento em calabouços”.

BAR DE HAVANA PROÍBE CASAL GAY DE TIRAR UMA FOTO

A homofobia continua muito viva em Cuba. Um caso recente de discriminação é o de Brian Canelles e Arián Abreu, que em 8 de julho foram expulsos de um bar de moda no centro de Havana, o Efe, por tirar uma foto se beijando. À revista El Estornudo, editada na ilha apesar da proibição da imprensa independente, Canelles contou que um funcionário do local lhe disse que o bar não queria “expor essa imagem”. Perguntou a que imagem se referia. “O público gay não interessa para o bar. Não queremos ganhar essa fama”, foi a resposta, segundo o relato de Canelles. Já depois da meia-noite, Abreu, Canelles e sua irmã foram expulsos do local. Segundo o jovem, um segurança agarrou-o pelo braço e o levou-o até a porta. “Eu disse a ele que havia gastado muito dinheiro no bar e que não iria embora sem tirar a foto. Aí ele me retirou e simplesmente fechou a porta”, disse Canelles à revista cubana, pedindo que a empresa se desculpe pelo ocorrido. “É um negócio privado, mas não merecemos ser tratados assim”, disse.

Em declarações ao Estornudo, uma fonte do bar disse que o estabelecimento não tem uma política de discriminação por orientação sexual: “Não somos contra nada. Este é um lugar aberto”, disse. Em sua página do Facebook, o bar publicou uma mensagem em que prometia “sempre erguer a bandeira contra a homofobia”.

O caso teve repercussão em Cuba, e muitas vozes se levantaram para denunciá-lo. Até o Centro Nacional de Educação Sexual, dirigido por Mariela Castro, filha de Raúl Castro, emitiu nota afirmando que “está a par do ocorrido recentemente no Bar Efe da capital, e, consequentemente, está trabalhando para conhecer detalhes dos fatos, auxiliar as pessoas afetadas no processo e informar às autoridades competentes”. Dois dias depois do ocorrido com o casal, uma edição extraordinária do Diário Oficial publicou um decreto em que, entre outras medidas, prevê multa de 2.000 pesos cubanos (287 reais) e o fechamento de qualquer negócio privado que cometer discriminação por gênero ou orientação sexual. O Código Penal cubano prevê até dois anos da prisão a quem discriminar a outra pessoa.

Fonte: EL País

11 provas de que a missão Apollo à Lua NÃO foi uma fraude

Neil Armstrong andou na Lua em 21 de julho de 1969. Buzz Aldrin, também. Assim como dez outras pessoas depois deles.

Os humanos pisaram na Lua.

Apesar desse fato, algumas pessoas continuam convencidas de que a missão Apollo 11, a primeira a levar o homem ao satélite natural da Terra, foi uma fraude criada para irritar os russos e testar a lealdade de dezenas de milhares de pessoas envolvidas na maior notícia da história da humanidade.

Até hoje essas pessoas entopem o YouTube com suas provas e teorias de que: (a) humanos não pisaram na Lua, (b) elas perderam completamente a noção da realidade.

1 -Essas duas fotos são do mesmo lugar

NASA
Em 2008, uma sonda japonesa obteve provas fotográficas de que o homem chegou à Lua, comparando a imagem à esquerda (da missão Apollo 15), tirada em julho de 1971, com suas próprias imagens 3D. É o mesmo lugar.

2. As imagens ‘de estúdio’

NASA Goddard Photo and Video/Flickr

Esta foto costuma ser usada para afirmar que há “luzes de estúdio” visíveis no canto superior esquerdo da imagem. Mas não são luzes de estúdio, explica Roger Launius, do Smithsonian National Air And Space Museum. “OK. A NASA vai divulgar uma foto que mostra luzes de estúdio? Hello! As luzes estranhas são simplesmente efeitos da lente”, disse ele, sensatamente, à National Geographic.

  • 3. Dá para ver

    NASA Goddard Photo and Video/Flickr
    Há quem diga que, se a passagem do homem pela Lua fosse real, poderíamos enxergar os lugares da Terra, ou então pelo Telescópio Hubble. Não. É longe demais. Por outro lado, conseguimos enxergar os lugares onde pousaram as missões graças à Lunar Reconnaissance Orbiter.
  • 4. Outras missões já registraram.

    NASA
    Os lugares onde pousaram as missões já foram detectados pela sonda chinesa Chang’e 2, pela sonda indiana Chandrayaan-1e por várias outras agências espaciais independentes (que não receberam financiamento da NASA).
  • 5. Isto

    … é uma minúscula esfera de vidro (de cerca de 0,6 mm de diâmetro) produzida pelo impacto de um meteorito no solo lunar. “Encontramos partículas de vidro em rochas na Lua produzidas por ação vulcânica explosiva e por impactos de meteoritos há 3 bilhões de anos”, explica Marc Norman, geólogo lunar da Universidade da Tasmânia. “A presença de água na Terra decompõe esse tipo de vidro vulcânico em alguns milhões de anos. Essas pedras devem ter vindo da Lua!”
  • 6. E isto

    ASSOCIATED PRESS
    As pedras lunares trazidas da Lua pela NASA são idênticas em todos os pontos vitais àquelas encontradas na Terra.
  • 7. A bandeira estava tremulando, e isso faz sentido.

    ASSOCIATED PRESS
    Uma das afirmações dos que acreditam na teoria da conspiração é que a bandeira americana estaria “tremulando” na superfície da Lua. E isso é perfeitamente normal. Não, não há vento na Lua – mas há inércia. O tecido da bandeira se moveu quando a bandeira foi fincada. E a bandeira também tinha uma vareta na parte superior para manter o tecido esticado – do contrário, ela ficaria caída.
  • 8. Quem tirou as fotos?

    NASA Goddard Photo and Video/Flickr
    Uma das teorias da conspiração diz que a missão Apollo 11 registrou imagens de dois astronautas sem que houvesse uma terceira pessoa para capturá-las. Como explica a National Geographic, havia câmeras na roupa espacial de ambos, além de câmeras na nave.
  • 9. Onde estão as estrelas?

    sjrankin/Flickr
    Uma das afirmações que sustentam a teoria da fraude diz respeito à falta de estrelas no céu nas fotos tiradas da superfície da Lua. Isso acontece porque a Lua é muito clara e, portanto, reflete muita luz do Sol. Não se veem estrelas porque as câmeras não foram capazes de capturá-las.
  • 10. As imagens restauradas são incríveis

    Para comemorar os 40 anos da chegada do homem à Lua, a NASA divulgou uma série de imagens e vídeos restaurados da missão Apollo 11. As imagens são incríveis e detonam a antiga crítica de que os registros da Apollo tinham má qualidade de propósito para obscurecer o fato de que foram feitos em estúdio, ou algo do gênero.
  • 11. Esta expressão

    ASSOCIATED PRESS
    Essa é a cara de uma pessoa que acabou de pisar na Lua (Neil Armstrong), não a cara de uma pessoa que acabou de fingir que pisou na Lua.

 

Artigo originalmente escrito por Michael Rundle

Lua de sangue é vermelha pela mesma razão que faz o céu ser azul; entenda

Na próxima sexta-feira (27), o planeta Terra vai passar pelo mais longo eclipse lunar do século. Será 1h42 de fase total – quando o satélite ficará inteiro “escurinho” – acompanhado de um fenômeno chamado “Lua de sangue”. Esse fenômeno, que dá à Lua um tom avermelhado, é provocado pelos mesmos fatores que fazem o céu ser azul.

No eclipse, Sol, Terra e Lua ficarão alinhados, e nosso planeta bloqueará a passagem dos raios solares até o satélite. A forma como as cores são “desviadas” ao passar pela atmosfera e a posição dos astros criarão o tom vermelho.

Para entender a “Lua de sangue” é importante saber como os raios solares se comportam na atmosfera. A luz solar é a soma de todas as cores. Quando essa luz chega na camada de ar da Terra, cada cor se espalha de uma forma. Vale lembrar da sequência de cores do arco-íris:

  • violeta
  • anil
  • azul
  • verde
  • amarelo
  • laranja
  • vermelho

Nessa escala, quanto mais perto do violeta, mais se espalha na atmosfera. Quanto mais perto do vermelho, menos se espalha.

“As cores da luz do Sol são afetadas de maneira diferente. A luz mais azul é muito mais afetada, mais espalhada à medida que vai passando”, explica Thiago Signorini Gonçalves, da Sociedade Astronômica Brasileira.

Por isso, quando estamos na Terra e olhamos para cima o céu é azul. A cor azul se “espalhou” por toda a atmosfera. A percepção dos nossos olhos também influencia. Temos mais facilidade para perceber o azul e o verde. Por isso, o céu é azul para nós. Nesse caso, tem a ver com a nossa fisiologia também.

Nesta sexta-feira, durante o eclipse, a lua de sangue acontecerá assim:

  1. A Terra vai bloquear os raios do Sol
  2. Alguns deles passarão pela atmosfera
  3. A cor azul se espalhará na camada de ar da Terra
  4. E os raios vermelhos, que se espalham menos, passarão
  5. A Lua refletirá então esses raios e ficará “de sangue”

Outro ponto de vista

E como seria para um astronauta ver a Terra na superfície Lua em dia de eclipse? Como seria um eclipse “terráqueo” total?

A agência espacial americana (Nasa) já pensou nisso e divulgou uma ilustração. Ver a Terra da perspectiva da Lua em dia de eclipse é ver um grande anel vermelho onde tem a atmosfera:

Ilustração mostra como seria observar o eclipse da perspectiva da Lua (Foto: Hana Gartstein )
Ilustração mostra como seria observar o eclipse da perspectiva da Lua (Foto: Hana Gartstein )

O eclipse no Brasil

Na última sexta-feira (20), o G1 explicou que o eclipse lunar total vai ser o mais longo do século. O eclipse começa às 16h30, mas a Lua não terá nascido no Brasil ainda. A partir das 17h15 ela aparece no Recife, a capital brasileira com mais tempo para admirar a fase total, que termina às 18h13 minutos. A parcial, quando a Lua está só um pedaço coberta pela sombra, ocorre até 19h19 e poderá ser vista em todo o país.

Para observar, a melhor saída é ir para um lugar aberto e o mais perto da costa do Brasil possível. Vale checar o horário que nasce a Lua em cada região e ver qual será a janela de tempo para apreciar. Consigo ver na avenida Paulista? Difícil. O horizonte é tomado por prédios, muitas luzes. O ideal é ir para um campo aberto, onde geralmente é bom para observar as estrelas, segundo o Thiago Signorini Gonçalves, da Sociedade Astronômica Brasileira.

Horário do nascer da Lua no dia 27 de julho

CIDADE HORÁRIO
JOÃO PESSOA 17H16
BELO HORIZONTE 17h34
BRASÍLIA 17h57
CURITIBA 17h47
FLORIANÓPOLIS 17h40
FORTALEZA 17h36
NATAL 17h19
PORTO ALEGRE 17h46
RECIFE 17h15
RIO DE JANEIRO 17h26
SALVADOR 17h22
SÃO PAULO 17h39
VITÓRIA 17h18

Um ponto positivo do eclipse da Lua é que, ao contrário da versão solar, não é necessário um óculos especial para admirar. Vale conseguir um binóculo ou uma luneta. O melhor é ir logo na hora que a Lua nascer na cidade, assim dá para aproveitar a versão de sangue.

Fonte: G1

DJ de Garrafão do Norte terá videoclipe produzido pela TV Cultura do Pará

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(Foto: TV Cultura do Pará / Divulgação)

O estudante de multimídia e DJ, Tony Link, foi o escolhido, por meio de votação popular, para ganhar um videoclipe produzido pela TV Cultura do Pará. O resultado da votação foi divulgado na última quinta-feira (19) pela Cultura Rede de  Comunicação. Tony conquistou 56% dos internautas que votaram no Portal Cultura. Participaram da seleção a Orquestra Pau e Cordista de Carimbó, Caruana, Azul Dossel, A Troca, DK, Inesita, Tula Tânia, Gael Conhece o Mar, Pelé do Manifesto e Everton MC.

A votação foi aberta logo após a exibição do show da mostra no último dia 5 de julho pela TV Cultura do Pará. Ao todo, foram registrados 63.551 votos até as 23h59 da quarta-feira (18) no Portal Cultura. O Dj Toni Link teve 35.587 votos (56%), enquanto que o segundo colocado, o grupo Caruana, teve 16.500 (26%), já a cantora Inesita obteve 5.523  votos (8,7%) e ficou na terceira colocação.

Dessa forma, Toni Link terá o videoclipe produzido e editado pela TV Cultura do Pará. O resultado poderá ser visto em breve na Cultura Rede de Comunicação. Natural de Garrafão do Norte, nordeste paraense, o Dj se define como explorador da música eletrônica. Com sua experiência como estudante de multimídia, ele pretende reinventar o brega eletrônico com batidas empolgantes. Toni fechou o show da Mostra Protótipo e colocou o público para balançar no Teatro Cláudio Barradas no dia 21 de junho. A apresentação do Dj pode ser vista no canal do Portal Cultura no Youtube: https://youtu.be/AyckV1aSXFI  

Sucesso

No total, a Mostra Protótipo recebeu 131 inscrições de várias regiões do Estado. Do total de inscritos, 79 passaram para fase final da seleção. As músicas foram selecionadas por profissionais da área e críticos musicais, entre os dias 14 e 17 de maio, com curadoria realizada pela Cultura Rede de Comunicação. O show da mostra foi realizado no dia 21 de junho no Teatro Cláudio Barradas, em Belém, e reuniu todos os selecionados, que se revezaram nas apresentações em dois palcos no local. A Mostra Protótipo tem apoio do Núcleo de Conexões Na Figueredo e Pro Music.

Fonte: Ag. Pará

LGBTs em cargos de chefia são minoria, aponta estudo

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(Foto: Divulgação)

Um estudo britânico do Instituto of Labor Economics (IZA) feito com quase 650 mil adultos revelou que lésbicas e gays ainda encontram muita dificuldade para ter o seu esforço reconhecido em seu local de trabalho, e cargos de chefia como gerência e direção ainda são um ponto distante quando se trata de promoções e crescimento na carreira.

Apesar da pesquisa apontar com estatísticas que a maioria dos homens gays têm melhor desempenho em comparação aos héteros, as funções mais altas das empresas não são exercidas pelos membros da comunidade LGBTQ.

A pesquisa mostra ainda que a discriminação é o maior motivo para que gays não tenham as mesmas oportunidades de subir em seus empregos. Homens e mulheres bissexuais também sofrem com a possibilidade menor de se inserirem da melhor forma no mercado de trabalho que os héteros.

Quando se trata de LGBTs negros a situação se agrava ainda mais. Para reverter este caso, o relatório conclui o óbvio. “mulheres e não-brancos em cargos gerenciais potencialmente aumentam o acesso para aqueles que estão mais para baixo na escada gerencial e de supervisão – com características semelhantes – a serem promovidos“

“Tal como acontece com a representação de mulheres e grupos minoritários em conselhos de administração, existe o potencial de mudar para um resultado mais representativo de forma mais ampla dentro da organização”, disse a conclusão da pesquisa.

Fonte: Observatório G

Anitta será técnica do ‘The Voice’ mexicano

Anitta anunciou que será técnica da temporada de 2018 do reality show musical “La Voz México”, a versão do “The Voice” no país. “Muito obrigada pela confiança. Essa é uma das experiências mais emocionantes da minha vida”, escreveu no Instagram.

Em suas páginas oficiais, o programa também anunciou a participação da cantora, descrevendo-a como “uma artista multifacetada”, “considerada a rainha do pop no Brasil”.

O “La Voz” é exibido na TV mexicana desde 2011. Nesta temporada, com estreia prevista para outubro, o reality será apresentado pela celebridade da internet venezuelana Lele Pons, amiga de Anitta.

No Twitter, o produtor executivo do programa, Miguel Angel Fox, compartilhou uma foto das duas juntas no cenário do “La Voz”.

Anitta e a amiga venezuelana Lele Pons, que apresentará a temporada de 2018 do 'La Voz México' (Foto: Reprodução/Twitter/miguel angel fox)
Anitta e a amiga venezuelana Lele Pons, que apresentará a temporada de 2018 do ‘La Voz México’ (Foto: Reprodução/Twitter/miguel angel fox)

Série documental

A participação no reality é mais um passo de Anitta na estratégia para se tornar popular fora do Brasil. Neste mês, a cantora também anunciou que será tema de uma série documental da Netflix.

“Vai Anitta” mostrará bastidores da turnê da artista pelo Brasil e de seus shows pelo mundo, além de mostrar um pouco de sua vida pessoal e de seu contato com os fãs.

Fonte: G1