Conheça a biografia da cantora Elis Regina

Elis Regina de Carvalho é considerada até os dias de hoje a maior cantora brasileira. A artista nascida em 1945, em Porto Alegre, deixou suas marcas no cenário musical graças às suas expressões, interpretação e seu talento nato.

A cantora de gênio forte, apelidada de Pimentinha, era eclética e interpretava canções que variavam do MPB ao samba e rock.

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(Foto: Divulgação)

Primeiros passos na música

Nascida no dia 17 de março, Elis começou a cantar ainda criança, apenas com onze anos de idade. Os primeiros passos da sua carreira aconteceram no programa “No Clube do Guri”, na Rádio Farroupilha. Aos 14 anos Elis Regina foi contratada  pela Rádio Gaúcha. E no ano seguinte, 1961, conseguiu lançar seu primeiro disco, “Viva a Brotolândia”.

Carreira

Três anos depois do lançamento do seu primeiro disco, Elis já se apresentava no eixo Rio São Paulo. No mesmo ano (1964), assinou contrato com a TV Rio para se apresentar no programa “Noite de Gala”.

Em 1965, após se apresentar no festival da Record, Elis recebeu o Prêmio Berimbau de Ouro e o Troféu Roquette Pinto e foi eleita a melhor cantora do ano.

Entre os anos de 1965 e 1967, Elis apresentou o programa “O Fino da Bossa”, ao lado de Jair Rodrigues. O programa gerou três discos e o primeiro deles, “Dois na Bossa”, vendeu um milhão de cópias. No ano seguinte, em 1968, Elis começou sua carreira internacional e se apresentou duas vezes no Olympia, em Paris.

Vida pessoal

Em 1928, Elis teve seu primeiro casamento com o músico Ronaldo Bôscoli, com o qual teve o seu filho João Marcelo Bôscoli, nascido em 1970. Em 1943, a cantora casou-se com o pianista César Camargo Mariano e com ele teve os filhos Pedro Camargo Mariano (1975) e Maria Rita (1977).

Morte

Elis faleceu no dia 19 de janeiro 1982, com apenas 36 anos. Sua morte aconteceu devido ao uso exagerado de bebida alcoólica e consumo de cocaína.

Fonte: Estudo Prático

Mais da metade dos brasileiros não tem diploma do ensino médio, aponta OCDE

O Brasil é um dos países com o maior número de pessoas sem diploma do ensino médio: mais da metade dos adultos (52%) com idade entre 25 e 64 anos não atingiram esse nível de formação, segundo o estudo Um Olhar sobre a Educação, divulgado nesta terça-feira pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

A organização, com sede em Paris, destaca que o menor nível de escolaridade tende a ser associado com a maior desigualdade de renda.

Estudo revela que metade dos adultos não concluiu o ensino médio
(Foto: Reprodução / TV Globo)

Estudo revela que metade dos adultos não concluiu o ensino médio

No caso do Brasil, o país registra o segundo maior nível de desigualdade de renda entre os 46 países do estudo, ficando atrás apenas da Costa Rica.

O índice de pessoas que não cursaram o ensino médio no Brasil representa mais do que o dobro da média da OCDE. Na Costa Rica e no México, o percentual é ainda maior que o do Brasil: 60% e 62%, respectivamente, os mais elevados do estudo.

Gasto do PIB em educação para de cair no Brasil, mas investimento por aluno segue estagnado, diz estudo da OCDE

Outros países latinoamericanos, contudo, têm melhor desempenho que o Brasil. Na Argentina, 39% dos adultos na faixa de 25 a 64 anos não concluíram o ensino médio, no Chile, o percentual é de 35% e, na Colômbia, de 46%.

O estudo abrange as 36 economias da OCDE, a maioria desenvolvidas, e dez países parceiros da organização, como África do Sul, Argentina, China, Colômbia, Índia, Rússia e Brasil.

“Na maioria dos países da OCDE, a ampla maioria dos jovens adultos, com idade entre 25 e 34, tem pelo menos a qualificação do ensino médio. Em poucas décadas, o ensino médio passou de um veículo de ascensão social ao mínimo exigido para a vida em uma sociedade moderna”, afirma o relatório.

Segundo a organização, os que deixam a escola antes de completar o ensino médio enfrentam não apenas dificuldades no mercado de trabalho, com menores salários, mas também têm competências cognitivas – memória, habilidades motoras, atenção, entre outras – bem inferiores aos das pessoas que possuem essa formação.

A organização também ressalta o número relativamente baixo de alunos com mais de 14 anos de idade inscritos em instituições de ensino no Brasil.

Apenas 69% daqueles entre 15 e 19 anos e somente 29% dos jovens de 20 a 24 anos estão matriculados, de acordo com a OCDE. A média nos países da organização é, respectivamente, de 85% e 42%.

Desigualdades regionais

O Brasil enfrenta ainda “desigualdades regionais significativas” em relação ao ensino superior, diz o relatório.

No Distrito Federal, 33% dos jovens adultos chegam à universidade. No Maranhão, o estado com o menor PIB per capita, esse número é de apenas 8%.

Essa disparidade regional entre alunos que conseguem atingir o ensino superior no Brasil “é, de longe, a maior na comparação com toda a OCDE e países parceiros”, incluindo grandes países como os Estados Unidos e a Rússia, que também possuem várias áreas de diferentes tamanhos e populações.

“Assegurar que as pessoas tenham oportunidade de atingir níveis adequados de educação é um desafio crítico. O acesso ao ensino superior vem crescendo no Brasil, mas ainda é uma das taxas mais baixas entre a OCDE e países parceiros, e está abaixo de todos os outros países da América Latina com dados disponíveis”, ressalta o estudo, citando a Argentina, Chile, Colômbia, Costa Rica e México.

No Brasil, 17% dos jovens adultos com idade entre 24 e 34 anos atingem o ensino superior. Em 2007, o índice era de 10%. Apesar da melhora, o desempenho ainda está cerca de 27 pontos percentuais abaixo da média da OCDE.

“Para melhorar a transição entre o ensino e o mercado de trabalho, independentemente do cenário econômico, os sistemas de educação têm de se assegurar que as pessoas tenham as competências exigidas na vida profissional”, diz a organização.

Segundo a OCDE, apesar do Brasil investir uma fatia importante de seu PIB na Educação, os gastos por aluno, sobretudo no ensino básico, são baixos.

O Brasil destina cerca de 5% do PIB à rubrica (dados de 2015), acima da média de 4,5% do PIB dos países da OCDE, diz o relatório.

O governo brasileiro gasta, porém, cerca de US$ 3,8 mil por estudante no ensino fundamental e médio, menos da metade dos países da OCDE.

A despesa com os estudantes de instituições públicas, no entanto, é quatro vezes maior, US$ 14, 3 mil, pouco abaixo da média da OCDE, que é de US$ 15,7 mil.

A diferença de gastos por estudante entre o ensino superior e o básico no Brasil é o maior entre todos os países da OCDE e economias parceiras analisadas no estudo da organização.

Fonte: G1

‘Já pegou fogo, quer que eu faça o quê?’, diz Bolsonaro sobre incêndio no Museu Nacional

Jair Bolsonaro, candidato à Presidência da República pelo PSL, comentou nesta terça-feira (4) o incêndio que atingiu o Museu Nacional no último domingo. Segundo o “Estadão”, o político deu o caso como perdido. “E daí? Já está feito, já pegou fogo, quer que eu faça o quê? O meu nome é Messias, mas eu não tenho como fazer milagre”, disse o candidato, que se chama Jair Messias Bolsonaro.

O candidato foi o único que não usou as redes sociais para lamentar o incêndio no museu, incidente que causou a perda de um dos mais importantes patrimônios históricos do mundo. Nesta terça, ele ainda reclamou de “indicações políticas” no setor.

Incêndio destrói o acervo do Museu Nacional – Alexandre Brum

Questionado sobre suas propostas para outros patrimônios, Bolsonaro disse que não vai aceitar indicações políticas para todas as funções. “Você não tem dinheiro, paciência”.

O acervo do Museu Nacional, que ficava em São Cristóvão, na Zona Norte do Rio, foi destruído por um incêndio de grandes proporções. O museu era especializado em história natural e havia completado 200 anos em junho deste ano.

Jair Bolsonaro comenta incêndio no Museu Nacional: ‘Quer que eu faça o quê?’REPRODUÇÃO FACEBOOK
Fonte: O Dia