Conheça o trabalho de Luana Magalhães

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(Foto: Divulgação)

Luana Magalhães surge como a mais recente promessa da música sertaneja. A artista, nascida em Alto Alegre, Maranhão, em 17 de abril de 1994, deu seus primeiros passos na música ainda criança. Aos nove anos fez sua primeira composição e desde então passou a cantar em eventos familiares e comemorações na sua cidade e região.

Luana Magalhães acreditou no seu sonho e o público tem abraçado o seu trabalho. Em seu primeiro CD, com músicas autorais lançado em 2007 a artista conquistou a simpatia de fãs e da critica. Um de seus maiores sucessos que tomaram grandes proporções no rádio e também nas plataformas digitais foram “Doendo por dentro”, Liga lá em casa” e “Blusa amassada”.

E o trabalho da artista já somam mais de seis CDs e quatro DVDs lançados. Recentemente foi condecorada por alcançar a marca de mais de 100 mil inscritos em seu canal no YouTube. E o reconhecimento é notório com a sua presença em programas de televisão regional e nacional como Raul Gil (SBT), Boteco do Ratinho (SBT), Eliane Camargo (SBA) e Paulinha Lobão (TV Difusora).

E Luana Magalhães segue trabalhando para e com grande potencial para pode alçar vôos maiores. Para o segundo semestre deste ano prepara o lançamento de um novo álbum e o com os singles “Valeu o boi”, ”Volta meu amor”, “Doendo por dentro”, “É pra valer”, “Volta pra sua ex” e “Quem disse que mulher não chora” presentes no trabalho.

Para contratar o show da Luana Magalhães, os telefones são: (99) 9 9121 9670 – (99) 9 8177 4489 e (89) 9 9973 1069. Instagran: @luanamagalhaesoficial Facebook: Luana Magalhães Oficial

10 anos sem Michael Jackson: o legado artístico e as polêmicas do Rei do Pop

Naquele 25 de junho de 2009, antes de o mundo receber a chocante notícia da morte prematura de Michael Jackson, aos 50 anos, vítima de intoxicação por propofol e benzodiazepina, a expectativa que rondava o Rei do Pop era outra. Após anos de reclusão que sucederam o midiático julgamento por abuso sexual de um garoto de 13 anos (do qual sairia absolvido de todas as acusações, em 2005), ele preparava seu retorno com a turnê “This is it” (teoricamente, sua despedida dos palcos), com 50 shows previamente esgotados na 02 Arena, em Londres. A 17 dias da estreia, Michael Jackson saía de cena.

As principais dúvidas que cercavam aquele recomeço giravam em torno da capacidade do astro americano, dono de três dos quatro álbuns mais vendidos da História até hoje, de retomar de maneira digna uma trajetória artística até então brilhante. Seria ele fisicamente capaz? Uma bateria de exames proposta em contrato pela produtora AEG Live provara que sim. Mentalmente? Essa é uma das tantas questões que seguem sem resposta até hoje, quando se completa uma década de seu adeus.

O fato é que, assim como toda sua vida, os anos que sucederam a morte de Michael Jackson vêm sendo marcados por conquistas artísticas e questionamentos sobre sua conduta pessoal — principalmente após a veiculação, em março, do documentário “Deixando Neverland”, da HBO, em que Wade Robinson e James Safechuck relatam abusos cometidos por Michael Jackson quando ainda eram crianças.

Base fiel de fãs

Até mesmo os debates acalorados sobre as fortes acusações de “Deixando Neverland” rapidamente perderam força para a polêmica seguinte — suscetíveis a voltar, claro, em caso de novos depoimentos. Ainda assim, há exemplos de artistas mortos acusados de crimes semelhantes que mantiveram seus ganhos. O “ex-sogro” de Michael Jackson, Elvis Presley, por exemplo, foi alvo de uma reportagem do site “Vice” em 2016 que compilou uma série de denúncias de violência e abuso sexual contra menores que o cantor recebeu ao longo da vida. Dois anos depois, em 2018, Presley só perdeu para Jackson na lista dos mortos mais bem pagos da “Forbes”.

Para o advogado Andy Mayoras, autor do livro “Trial & heirs: Famous fortune fights” (“Julgamentos e herdeiros: famosas brigas por fortunas”), há uma explicação:

— Michael Jackson tem uma base de fãs tão fiel e fanática que ela vai apoiar a pessoa, o legado, sua música e a família, independentemente do que surgir. Isso ficou claro pelos movimentos pós-“Deixando Neverland”, com campanhas publicitárias bancadas por fãs e impulsos nos números de vendas. Ainda veremos, por muitos anos, ganhos significativos chegando para Jackson e sua família.

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Fonte: O Globo

Remake de ‘A Dama e o Vagabundo’ vai mudar música considerada racista

Com a onda da produção de remakes, a Disney também acha espaço para reparar seus erros do passado. No caso da nova versão de A Dama e o Vagabundo (1955), animação na qual uma mimada cocker spaniel se apaixona por um vira-lata, a novidade está na trilha sonora: uma das músicas do longa, A Canção dos Gatos Siameses, terá sua letra modificada, segundo a revista Variety. O trabalho será realizado pelo grupo Wondaland, ligado à cantora Janelle Monáe, que também contribuirá com duas faixas originais para a trilha sonora do filme.

A canção, interpretada pelos gatos siameses Si e Am, se tornou alvo de polêmica após ser considerada um retrato problemático da cultura asiática, já que os felinos são retratados com os olhos muito puxados e com dificuldades de pronúncia. A música logo foi apontada como xenófoba, já que os próprios gatos confessam ser imigrantes. “Viemos do Sião há três meses/ E nos chamam de siameses/ Essa é a nova casa onde vamos ficar”, cantam na versão brasileira. Na nova versão, no entanto, os gatos não serão da raça siamesa, que é originária da Tailândia, antes conhecida como Sião.

Fonte: Veja

Conheça o trabalho de Glória Groove

Drag queens vêm se tornando cada vez mais um símbolo de entretenimento no hemisfério norte – mas que tal alguma representatividade nacional?

Indo contra a onda, surge no meio musical a figura de Glória Groove, uma drag que expressa nas suas canções a realidade que teve de encarar tão cedo.

Diretamente da zona leste de São Paulo, Glória ainda vive enfrentando diversos preconceitos. Negra com orgulho, já ouviu muitas recusas por conta de sua pele; gay assumida, não foi tão bem compreendida na sociedade quando apareceu; e, por último, uma queen que lidou com o julgamento por interpretar a personagem com a qual se manifesta musicalmente.

Por algum tempo, se limitou a fazer apenas covers de músicos norte-americanos (Beyoncé, Sia e outros), além de se propor a realizar shows de lip sync, a “dublagem” na cultura drag. No entanto, seu talento natural se sobrepôs ao antigo formato e ela se tornou “a dona da festa toda”, assim como é prescrito em uma de suas músicas, trabalhando com conteúdo original, compondo e dando voz a sua visão de mundo.

A cantora uniu o ritmo que escutava enquanto crescia – o hip-hop – com sua caracterização artística. Com muita militância, abre espaço para rimar sobre os desafios que superou em relação a sua classe social, sexualidade e tom da pele –  e trava essa luta a partir da música.

É importante, por fim, deixar claro que um homem utilizar roupas que pertenceriam ao gênero feminino não está relacionado à condição sexual – e nem mesmo define transexualidade.

É uma expressão livre para todos os públicos aderirem, inclusive homens héteros e mulheres. Ser uma Queen, como Glória Groove, é entrar numa personagem da maneira que preferir, e se sentir mais confortável consigo mesmo. É se divertir.

Fonte: terra

Vida de Elis Regina é recontada em minissérie

Vida de Elis Regina é recontada em minissérie que inclui Rita Lee na história
(Foto: Divulgação)

Cantora que viveu breves e vertiginosos 36 anos, tempo suficiente para ficar imortalizada na galeria de grandes vozes da música brasileira, Elis Regina (1945 – 1982) se alimentava de paixões e contradições.

A aproximação da cantora com Rita Lee – a partir de 1976, ano em que Rita foi detida por porte de maconha e, na prisão, recebeu a visita solidária de Elis – pode ser encarada como (mais) um movimento contraditório na vida dessa artista que nove anos antes, em 1967, era uma das líderes de inacreditável e risível passeata contra a guitarra elétrica.

Inusitada, mas sincera, a amizade de Elis e Rita justifica a inclusão da Ovelha Negra no roteiro da minissérie Elis – Viver é melhor que sonhar, programada para ser exibida na TV Globo em quatro capítulos que vão ao ar na próxima semana, de 8 a 11 de janeiro.

Na minissérie derivada do filme Elis, cinebiografia dirigida por Hugo Prata e apresentada nos cinemas em 2016, Rita Lee aparecerá na pele de Mel Lisboa, atriz que interpretou Rita em musical de teatro estreado na cidade de São Paulo (SP) em 2014.

Mel Lisboa como Rita Lee na minissérie 'Elis – Viver é melhor que sonhar' — Foto: Divulgação / TV Globo
Mel Lisboa como Rita Lee na minissérie ‘Elis – Viver é melhor que sonhar’ — Foto: Divulgação / TV Globo

Mel gravou cenas exclusivas para a minissérie, cujo formato pode ser conceituado como docudrama, já que o roteiro de George Moura, Hugo Prata, Luiz Bolognesi e Vera Egito mistura cenas do filme e cenas inéditas com imagens reais da cantora.

Na ficção, Elis ganha a pele da atriz Andreia Horta, cuja atuação convincente valorizou o filme de Hugo Prata, também diretor da minissérie.

Os compositores Antonio Carlos Jobim (1927 – 1994) e Vinicius de Moraes (1913 – 1980) também entram no roteiro, interpretados pelos atores Sérgio Guizé (muito parecido com Tom em caracterização exemplar) e Thelmo Fernandes, respectivamente.

O fio condutor do roteiro da minissérie é uma entrevista fictícia de Elis – a última, concedida pouco antes da morte da artista em 19 de janeiro de 1982. A partir desta entrevista criada a partir de declarações reais da cantora, os roteiristas construíram a dramaturgia desse docudrama que repõe Elis Regina em cena.

O título Elis – Viver é melhor que sonhar reproduz verso da música Como nossos pais (Belchior), apresentada pela cantora em 1975 no roteiro do show Falso brilhante. Com direito ao toque de uma guitarra elétrica, indício de que Elis Regina Carvalho Costa preferia ser uma metamorfose ambulante a ter velhas opiniões formadas sobre tudo.

Fonte: G1

Conheça a biografia da cantora Elis Regina

Elis Regina de Carvalho é considerada até os dias de hoje a maior cantora brasileira. A artista nascida em 1945, em Porto Alegre, deixou suas marcas no cenário musical graças às suas expressões, interpretação e seu talento nato.

A cantora de gênio forte, apelidada de Pimentinha, era eclética e interpretava canções que variavam do MPB ao samba e rock.

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(Foto: Divulgação)

Primeiros passos na música

Nascida no dia 17 de março, Elis começou a cantar ainda criança, apenas com onze anos de idade. Os primeiros passos da sua carreira aconteceram no programa “No Clube do Guri”, na Rádio Farroupilha. Aos 14 anos Elis Regina foi contratada  pela Rádio Gaúcha. E no ano seguinte, 1961, conseguiu lançar seu primeiro disco, “Viva a Brotolândia”.

Carreira

Três anos depois do lançamento do seu primeiro disco, Elis já se apresentava no eixo Rio São Paulo. No mesmo ano (1964), assinou contrato com a TV Rio para se apresentar no programa “Noite de Gala”.

Em 1965, após se apresentar no festival da Record, Elis recebeu o Prêmio Berimbau de Ouro e o Troféu Roquette Pinto e foi eleita a melhor cantora do ano.

Entre os anos de 1965 e 1967, Elis apresentou o programa “O Fino da Bossa”, ao lado de Jair Rodrigues. O programa gerou três discos e o primeiro deles, “Dois na Bossa”, vendeu um milhão de cópias. No ano seguinte, em 1968, Elis começou sua carreira internacional e se apresentou duas vezes no Olympia, em Paris.

Vida pessoal

Em 1928, Elis teve seu primeiro casamento com o músico Ronaldo Bôscoli, com o qual teve o seu filho João Marcelo Bôscoli, nascido em 1970. Em 1943, a cantora casou-se com o pianista César Camargo Mariano e com ele teve os filhos Pedro Camargo Mariano (1975) e Maria Rita (1977).

Morte

Elis faleceu no dia 19 de janeiro 1982, com apenas 36 anos. Sua morte aconteceu devido ao uso exagerado de bebida alcoólica e consumo de cocaína.

Fonte: Estudo Prático

Ananda celebra sucesso da música ‘Quero que tu vá’

Foto: Reprodução)

“É quase uma libertação. Um hino para tempos difíceis ou para aquele dia em que você acorda uma fera”. É assim que Ananda, de 26 anos, define a música “Quero que tu vá”. Em quinze dias, o clipe do funk chegou a 15 milhões de visualizações e já é primeiro lugar na lista de virais do mundo, como Brasil, Chile e Portugal. O refrão (impublicável no original) diz: “Eu quero que tu vá, vá tomar no c… Para de tomar conta da minha vida e vai pra p… que pariu, aonde já se viu? Hoje eu tô tipo tolerância zero”.

“As pessoas dizem que nunca viram tanta classe num xingamento”, diverte-se Ananda, que nasceu em Caxias e canta desde os 13 anos. A composição feita a quatro mãos com o MC Koringa, agora também empresário e produtor, nasceu após um dia em que tudo deu errado. “Passamos o dia tentando compor, nada acontecia, já era tarde da noite quando me dei conta que precisava voltar para casa e dar comida ao gato e ao cachorro… Aí nasceu”, recorda Ananda, ainda surpresa com toda a repercussão em torno de seu primeiro hit.

Marília Mendonça já cantou em seus shows. Nego do Borel também. E a moça de fartos cabelos encaracolados, que sequer tinha uma música gravada, já tem convites para tocar fora do Brasil. “É meio insano isso. Estamos montando tudo meio em cima da hora porque não tínhamos ideia que fosse estourar assim”, surpreende-se a ex-estudante de jornalismo, que não queria aparecer: “Meu Instagram era trancado, tinha seis fotos e 1,3 mil seguidores. Em poucas semanas já são quase 100 mil”.

Se “Quero que tu vá” existisse quando ainda era adolescente, provavelmente Ananda (na realidade Fernanda, seu nome de batismo) teria uma resposta na ponta da língua para os colegas de escola que faziam bullying com ela por conta de seus cabelos. “Minha cor original é louro mel e usava ele cacheadão até a cintura. Sentava lá na frente na sala de aula e só me chamavam de leão. Um dia, cansei e pedi a minha mãe uma escova progressiva. Pra quê? Foi pior ainda. Mas fui lisa durante dez anos. Até ter maturidade e assumir meu cabelo original”, justifica. A música chegou como um grito para muita gente que está farta de ser cobrada por este ou aquele estereótipo: “Me agradecem sempre”.

Fonte: ORM