Maioria dos brasileiros não tem interesse pela Copa, diz pesquisa

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Uma pesquisa do Datafolha, publicada na última terça-feira (12) pelo jornal “Folha de S. Paulo”, mostra que a desmotivação dos brasileiros com a Copa do Mundo bateu recorde. Segundo o levantamento, 53% dos torcedores em potencial da seleção afirmam não ter qualquer interesse pelo Mundial da Rússia, que começa nesta quinta-feira, dia 14.

O índice de desinteresse disparou às vésperas do começo do maior torneio de futebol: em janeiro, 42% se diziam desmobilizados pela busca do hexacampeonato. O Datafolha destaca que a marca é a pior desde 1994, início da série histórica. É a primeira vez que mais da metade dos brasileiros reconhece não ter interesse pela Copa.

O desencanto pelo Mundial é maior entre as mulheres (61%), pessoas de 35 a 44 anos (57%), moradores da região Sul (59%) e brasileiros com renda familiar de até dois salários mínimos (54%). O instituto entrevistou 2.824 pessoas em 174 municípios entre os dias 7 e 8 de junho. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Apenas 18% dos entrevistados destacou que tem grande interesse pela competição, mesma porção dos que dizem ter interesse médio. Os pouco interessados são 9%. Até então, a pior marca da pesquisa havia sido estimada em 2014, que não empolgou 36% dos brasileiros. O amor pela seleção tem caído com o passar dos anos: em 1994, quando a seleção trouxe para casa o tetracampeonato, apenas 20% declarava não se interessar pela Copa.

O jornal foi à ruas e elencou a crise econômica, a corrupção na Confederação Brasileira de Futebol e o 7 a 1 da Copa de 2014 como possíveis explicações para a queda no interesse com o Mundial.

Fonte: O Globo

Prefeitura de Garrafão do Norte lança programa social “Clube do amanhã”

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(Foto: Divulgação)

Com o objetivo de auxiliar no desenvolvimento intelectual, moral e físico dos jovens e crianças de Garrafão do Norte, nordeste do estado, a Secretaria Municipal de Cultura criou o programa “clube do amanhã”, destinado a estudantes da rede municipal de ensino que tenham entre 10 a 15 anos. O programa vai beneficiar cerca de 100 crianças e adolescentes.

A iniciativa pretende estimular a prática esportiva no município e melhorar o desempenho dos estudantes em sala de aula. Os interessados devem participar de seletivas que serão realizadas nos dias 20 e 23 de março a partir das 7h da manhã nos campos da portuguesa e união nos bairros dos paraenses e pedrinhas respectivamente. Além de comparecer na seletiva, os envolvidos devem se direcionar à sua Escola para realizar a pré-inscrição.

No Brasil, a Constituição Federal (1988) e o Estatuto da Criança e do Adolescente (1990) incluem a prática esportiva entre os direitos que devem ser assegurados, de forma prioritária, à população infanto-juvenil.

Em muitas cidades brasileiras, adolescentes e jovens em situação de risco social vivem em comunidades de baixa renda e na ociosidade o que acaba tornando-os vulneráveis para a criminalidade.

Por Madson Sousa, com informações da PMGN

Remo cancela amistoso com Garrafão do Norte

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(Foto: Divulgação)

A diretoria de futebol do Remo cancelou o amistoso que vinha sendo negociado para o dia 22, domingo, inclusive com adversário engatilhado: a seleção de Garrafão do Norte. No começo da noite de segunda-feira (16) a diretoria informou o cancelamento da partida.

Após o jogo com o Independente, no Souza, o técnico Josué Teixeira disse que a programação da semana estava definida e não previa nenhuma partida. Constava folga para os jogadores no dia 22: “Domingo é um dia para jogador passar com sua família. Pois, nos outros, vai estar jogando”.

Nesta segunda-feira (16), depois do treino, houve uma conversa ele e o diretor Marco Antônio Pina e foi decidido pela folga do elenco. O presidente da liga de Garrafão do Norte viria a Belém nesta terça-feira (17) para acertar os detalhes da partida. O Remo, por tanto, faz contra o Castanhal no dia 19, quinta-feira, no município, seu último amistoso antes da estreia dia 29, contra o Cametá.

Com informações do Amazônia Jornal

Paysandu e Remo mandam apoio à Chapecoense após acidente aéreo

Paysandu se solidariza com Chape (Foto: Reprodução: twitter oficial do Paysandu)Clube do Remo se solidariza com Chapecoense (Foto: Remo/Twitter)

O acidente com o avião que transportava a delegação da Chapecoense a Medellín, na Colômbia, onde jogaria a primeira partida da final da Copa Sul-Americana contra o Atlético Nacional, causou comoção imediata de milhares de pessoas nas redes sociais. No Pará, em suas páginas oficiais na internet, Paysandu e Remo lamentaram o ocorrido e manifestaram apoio aos integrantes do clube catarinense que estavam na aeronave que caiu na madrugada desta terça-feira (29).

“Em solidariedade à @ChapecoenseReal, a bandeira do Paysandu, na Sede Social do clube, ficará a meio-mastro. #ForçaChape #Luto” – publicou o clube Alviceleste em seu Twitter.

O Leão Azul também lamentou o ocorrido com o a delegação do clube catarinense, através de uma nota de pesar no site oficial.

“É com imensa dor e tristeza que toda a comunidade remista recebeu a notícia da tragédia ocorrida na madrugada de hoje, 29/11, em Medelín, na Colômbia, com o avião que levava a delegação da Associação Chapecoense de Futebol e diversos jornalistas.

O Clube do Remo vem a público prestar suas mais sinceras condolências às famílias das vítimas, e os desejos de uma rápida e completa recuperação aos sobreviventes. Em homenagem aos atingidos por essa que é a maior tragédia do esporte brasileiro, o Presidente do Clube, André Cavalcante, decretou luto oficial. As bandeiras da Sede Social permanecerão a meio mastro em respeito às vítimas desse terrível acontecimento.

Que Deus possa confortar o coração de cada familiar, parente e amigo das vítimas, e que a Associação Chapecoense de Futebol tenha toda a força do mundo para seguir com sua bela história após essa tragédia”

Grande destaque do Papão na Série B do Brasileiro deste ano, o meia Tiago Luís, que foi jogador da Chapecoense de 2013 a 2015, lamentou a tragédia ocorrida com o clube no qual ele diz que “o fez ressurgir no futebol”. Ele fez uma postagem em rede social.

– O ano de 2013 eu vejo que renasci para o futebol quando cheguei à Chapecoense. Surgiu uma proposta de ir para o exterior, mas eu não quis e fechei com a Chape, que foi o único clube que me quis e foi aonde conseguir ganhar o meu espaço, sendo coroado com o acesso do time à Série A. O que era uma surpresa, pelo fato do time ter vindo de uma Série C. Lá o técnico era o Gilmar Dal Pozzo, que foi quem me trouxe para o Paysandu – contou o meia-atacante, em entrevista ao GloboEsporte.com, há algumas semanas.

Fonte: Globo Esporte

CBF adia final da Copa do Brasil após acidente com avião da Chapecoense

(Foto: Divulgação)

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) adiou a final da Copa do Brasil após o acidente com o avião da Chapecoense na madrugada desta terça-feira. Grêmio e Atlético-MG se enfrentariam nesta quarta-feira, em Porto Alegre.

“A CBF comunica o adiamento da final da Copa do Brasil, entre Grêmio e Atlético Mineiro, inicialmente prevista para amanhã. Definições a respeito deste jogo serão informadas ao longo do dia”, disse a entidade em nota.

O presidente do Atlético-MG, Daniel Nepomuceno, disse por meio das redes sociais que a disputa da segunda final da competição havia perdido o sentido. “Com a tragédia acontecida, não há nenhum sentido na realização do jogo amanhã, diante do Grêmio. Solidariedade e respeito acima de tudo”, escreveu.

O Grêmio, em sua conta oficial no Twitter, também se manifestou sobre a tragédia. “Chape, estamos contigo! Manifestamos nossa solidariedade neste momento de tristeza”, afirmou o clube gaúcho.

No primeiro jogo da decisão, os gremistas venceram por 3 a 1 no Mineirão, em Belo Horizonte. A CBF não confirmou quando a segunda partida será disputada.

Fonte: UOL

Jogador paraense estava no avião da Chapecoense que caiu na Colômbia

Lucas Gomes é natural de Bragança, Nordeste paraense. (Foto: Cleberson Silva/Chapecoense)
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O jogador paraense Lucas Gomes estava entre os passageiros do avião que transportava a delegação da Chapecoense para Medellín, na Colômbia, e que sofreu um acidente na madrugada desta terça-feira (29). Segundo autoridades colombianas, há 76 mortos e cinco sobreviventes.

 O atacante Lucas Gomes tem 26 anos e nasceu na cidade de Bragança, nordeste do Pará. Revelado pelo Bragantino, time tradicional do município, o jogador ainda teve passagem por São Raimundo-PA, Trem-AP, Castanhal-PA, Ananindeua-PA, Londrina, Sampaio Corrêa, Tuna Luso e Icasa, Fluminense e desde janeiro estava na Chapecoense, por onde disputou 55 partidas. Lucas e a equipe viajavam para o primeiro jogo da final da Copa Sul-Americana, contra o Atlético Nacional.

Em entrevista por telefone para a TV Liberal, um dos cinco irmãos de Lucas contou que a família toda está abalada. “A gente está acompanhando pela televisão, é a única informação que a gente tem. Não tenho nem palavras, é muito difícil. A família está em choque, não tem o que dizer, uma situação dessas a gente vê acontecendo com os outros, mas não imagina com a gente. Tá todo mundo muito mal aqui”, disse Luiz Gomes, que mora com a família do jogador no interior de Bragança.

Acidente
O avião da LaMia, matrícula CP2933, decolou de Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, com 81 pessoas a bordo: 72 passageiros e 9 tripulantes. Segundo o Aeroporto Internacional José Maria Cordova, de Medellín, os cinco sobreviventes são os jogadores Alan Ruschel, Danilo e Follmann, o jornalista Rafael Henzel e a comissária Ximena Suarez.

Segundo a imprensa local, a aeronave com o time catarinense perdeu contato com a torre de controle às 22h15 (local, 1h15 de Brasília) e caiu ao se aproximar do Aeroporto José Maria Córdova, em Rionegro, perto de Medellín.

O Comitê de Operação de Emergência (COE) e a gerência do aeroporto informaram que a aeronave se declarou em emergência por falha técnica às 22h (local) entre as cidades de Ceja e La Unión. Anteriormente, a imprensa colombiana informou possível falta de combustível como causa do acidente. Mas a mídia local informou que o piloto despejou combustível após perceber que o avião iria cair.

Fonte: G1

A cerimônia de abertura mais verde da História

(Foto: Divulgação)

Quis o destino que a cerimônia de abertura mais ecológica da História dos Jogos acontecesse na cidade que desprezou o legado ambiental mais importante (o avanço do saneamento básico na Baía de Guanabara) e num país ameaçado por vários projetos de Lei que tentam inutilizar a ferramenta do licenciamento ambiental.

Contradições à parte, foi a cerimônia mais bonita que já vi sobre a riqueza da cultura brasileira. Mostrou a nossa cara, fugindo dos clichês que remetem às “caricaturas”. Mas foi na parte ambiental que o evento esbanjou coragem e inovação.

No momento esteticamente mais exuberante do espetáculo, mostramos os povos originais do Brasil ocupando o Maracanã (palavra que vem de “Maraca”, o som de um pássaro em tupi-guarani), embora Brasil afora prossigam os massacres contra os povos indígenas sem que haja qualquer resposta à altura dos governos.

Destacou-se a força de um povo miscigenado – nossa verdadeira identidade nacional – embora a representatividade política esteja fortemente (e tragicamente) concentrada num segmento muito específico: homens, brancos e ricos.

Mais de três bilhões de telespectadores receberam uma aula sobre a maior tragédia ambiental do nosso tempo, o aquecimento global. E viram os atletas de todos os países serem convidados a depositar sementes em pequenos tubetes que serão a gênese de uma nova floresta no bairro de Deodoro, na zona oeste. A semeadura ocorre num momento em que boa parte do país arde em chamas com a proliferarão das queimadas, as taxas de desmatamento voltem a crescer de maneira preocupante, e muitos projetos absurdos – inclusive o do atual Ministro da Agricultura, Blairo Maggi – tentam implodir a exigência de licenciamento ambiental.

O orçamento da festa correspondeu a apenas 10% do que foi gasto na cerimônia de abertura dos Jogos de Londres. Ponto para os responsáveis pela concepção do evento, entre os quais, o cineasta Fernando Meirelles, que recentemente, ao ser indagado por um jornalista como se definiria, respondeu sem titubear: “quando não sou ecochato, sou biodesagradável”.

Abençoada seja toda ecochatice que denuncia as gigantescas contradições do único país do mundo com nome de árvore.

Fonte: G1