Clipping: Luana Magalhães mostra a força da mulher em seu novo álbum e é destaque na imprensa

A cantora Luana Magalhães foi destaque nos dois principais portais de internet da região Norte com seu novo álbum essa semana. Nossa #assessoria emplacou matéria nos portais OLiberal.com e Roma News.

Vejas as matérias aqui:

O Liberal: https://bit.ly/31qimPC

clipping Luana O LIB 12.06

Roma News: https://bit.ly/2WDUGUt

clipping Luana RN 14.06

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Clipping: Cantora Gemilly é destaque na imprensa

Em mais uma ação da nossa assessoria a cantora Gemilly esteve presente na coluna “tudo de bom” do jornal Diário do Pará e no site Rede Pará.

Rede Pará

Cantora Gemilly entra no clima de São João em show nesta Sexta-feira

(Foto: Divulgação)

A cantora Gemilly sobe ao palco da Confraria Dom, nessa Sexta-feira, 07, às 23h. A artista promete um repertório especial voltado para as festas juninas, além de apresentar seu novo trabalho, intitulado “Nota fiscais de motel.

A nova música de trabalho foi gravada em Goiânia com o produtor musical Lourival Marques. O profissional é responsável por trabalhos de artistas como Felipe Araújo, João Neto e Frederico e Lucas Lucco. No segundo semestre Gemilly pretende gravar o clipe do single e o novo CD em estúdio na capital de Goiás.

A artista possui uma vasta experiência no mercado fonográfico musical, pois durante seus 15 anos de carreira passou por diversas bandas atuando como vocalista. Entre as bandas que fizeram parte de sua trajetória estão: Quero mais, Os Canibais, Kassikó e 007.

Atualmente a artista faz vôo solo em novos gêneros musicais como o Sertanejo e o Forró. E nesses dois anos de carreira solo, a cantora já conseguiu conquista o público levando seu trabalho em diversas casas e pubs de Belém e Região.

Serviço:
Data: 07/06
Horário: A partir das 23h
Local: Confraria Dom – Tv. Três de Maio – São Brás

Clique aqui e veja a matéria no site Rede Pará.

Diário do Pará

clipping Gemilly DIÁRIO DO PA

Fake news geram mais engajamento no Facebook que mídia tradicional

Informações falsas e com conteúdo extremo geram maior engajamento no Facebook do que notícias da mídia tradicional. A conclusão foi de um estudo do Instituto de Internet da Universidade de Oxford, um dos mais renomados do mundo. A investigação analisou a circulação de conteúdos em redes sociais relacionados às eleições do Parlamento Europeu, que tiveram início no dia 23 de maio e ocorrem até o dia 26.

A pesquisa avalia o que chama de junk news, que classifica como conteúdos “ideologicamente extremos, enganosas e informações com fatos incorretos”. A disseminação desse tipo de mensagem vem ocorrendo em larga escala em processos políticos na região e preocupado autoridades dentro da União Europeia.

“As junk news em nossa base tenderam a envolver temas populistas como anti-imigração, fobia contra grupos islâmicos, com poucos mencionando líderes ou partidos europeus”, afirmaram os autores. Os pesquisadores também verificaram o compartilhamento de mensagens de fontes russas, dialogando com a preocupação de interferência externa no pleito.

Sites populares de junk news na maioria dos idiomas obtiveram um engajamento de 1,2 a 4 vezes maior do que as notícias de meios jornalísticos tradicionais. Engajamento é o termo usado para interações com as publicações, como curtidas, compartilhamentos e comentários realizados.

Os idiomas com maior índice de engajamento envolvendo as junk news foram inglês (3,2 mil por publicação), alemão (1,9 mil), sueco (1,76 mil) e francês (1,7 mil). Nas páginas de Facebook de sites em italiano e polonês a situação se inverte, com os veículos jornalísticos obtendo maior engajamento do que as fontes de junk news.

Twitter

Já no Twitter, a presença de conteúdos enganosos foi menor. Menos de 4% das fontes, entre as mensagens analisadas, tinham como foco a difusão de junk news ou de sites russos. A exceção foi a Polônia, onde esse tipo de publicação representou 21% dos conteúdos analisados. Os veículos tradicionais de mídia tiveram desempenho melhor, com 34% das informações compartilhadas.

Metodologia

Os autores analisaram publicações em sete idiomas que circularam em redes sociais em países da região. Foram analisados mais de 580 mil mensagens no caso do Twitter e as principais fontes de junk news e de notícias de veículos profissionais no Facebook.

Fonte: Agência Brasil

O jornalismo digital na era da desinformação

Reproduzimos agora um texto do jornalista Wellington Johann, publicado em setembro de 2018, para o site Observatório da Imprensa. O artigo é muito relevante para os dias atuais, portanto, publicamos na íntegra.

O jornalismo online ou ciberjornalismo talvez seja a fonte de notícias mais consumida com a popularização da internet. O volume de informações disponibilizadas em portais, blogs e por formadores de opinião é quase incalculável. Por mais que a construção e a técnica jornalística utilizadas sejam diferentes do jornalismo tradicional impresso, o fim é o mesmo: informar.

A proposta de construção em blocos desenvolve no leitor a capacidade de construir a sua própria leitura da informação. Resultado do abandono da “tradicional” pirâmide invertida. Isso não significa que o jornalismo digital tenha como consequência a distorção da informação. O nome disso é fake news.

Interessante imaginar como uma fonte de conteúdo verdadeiro e de qualidade — que pode ser tão rica em informação com a combinação de texto, vídeo, infográfico, hiperlinks e tantas outras estratégias de fornecimento da informação — consiga ser confundida com conteúdo que se passasse por um senso crítico sincero jamais seria levado como verdade.

Em tempos de redes sociais que formam opiniões com o compartilhamento de notícias — verdadeiras ou falsas — o senso crítico do leitor ganha ainda mais importância para combater a desinformação. A desinformação pode ser resumida em uma palavra: confusão. Suprimir uma informação ou tentar minimizar o seu efeito é um conceito um tanto ultrapassado. Hoje, a melhor definição da desinformação, especialmente na política, é fazer que as pessoas acreditem em falsas informações ou esconder a verdade para uma mudança de opinião ou reforço de uma ideia.

Não à toa a imprensa mundial — na figura dos veículos com mais credibilidade — está combatendo ferozmente e em conjunto os estragos causados pelas fake news.

O historiador britânico e autor do livro “Séculos de Transformações”, Ian Mortimer, disse recentemente em entrevista para a BBC News Brasil. “O perigo de notícias falsas e mentiras é maior hoje do que era no passado. Acho que a verdade vai se tornar muito mais importante à medida que o século 21 avança.”

Já o pesquisador americano Jason Reifler, também em entrevista para a BBC News Brasil, comentou sobre o comportamento das pessoas ao se depararem com notícias falsas. “O que descobrimos é que, em uma pequena parcela da nossa amostra (de entrevistados), as pessoas que recebiam informações contraintuitivas das quais elas não gostavam acabavam apenas fortalecendo sua posição inicial. As novas informações somente as faziam refletir sobre argumentos favoráveis a sua própria convicção.”

Pensa que a questão é educacional e que por isso países de terceiro mundo como o Brasil estão ainda mais à mercê? Pois está enganado. Uma pesquisa da Universidade de Stanford apontou, em julho deste ano, que estudantes americanos tiveram problema para checar a credibilidade das informações divulgadas na internet. Dentre 7.804 alunos dos ensinos fundamental, médio e superior, 40% não conseguiram detectar fake news.

Por isso essa ofensiva contra fake news iniciada pelos mais tradicionais grupos de comunicação dependem da boa vontade, bom senso e capacidade crítica dos leitores. Construir um conteúdo didático, acompanhar cada nova desinformação que ganha força e desmentir ela com fatos, produzir notícias que tragam o leitor para a construção da sua própria leitura — característica principal do jornalismo digital — é apenas uma das etapas. A educação virtual começa por aí. Mas não acaba aqui.

Não há outro caminho para as pessoas que não contribuírem com esse combate. Desconfiar e checar é a melhor prática. O melhor é pesquisar no Google se aquela notícia está sendo comentada em veículos com credibilidade. Não? É bom ligar o alerta. Busque se informar com quem produz informação com credibilidade. O trabalho do jornalismo digital em parceria com a sociedade será de médio a longo prazo. Não há dois lados certos quando o assunto é fake news. Aqui o resultado final é objetivo: ou todos ganham ou todos perdem. Não há meio termo.

Remake de ‘A Dama e o Vagabundo’ vai mudar música considerada racista

Com a onda da produção de remakes, a Disney também acha espaço para reparar seus erros do passado. No caso da nova versão de A Dama e o Vagabundo (1955), animação na qual uma mimada cocker spaniel se apaixona por um vira-lata, a novidade está na trilha sonora: uma das músicas do longa, A Canção dos Gatos Siameses, terá sua letra modificada, segundo a revista Variety. O trabalho será realizado pelo grupo Wondaland, ligado à cantora Janelle Monáe, que também contribuirá com duas faixas originais para a trilha sonora do filme.

A canção, interpretada pelos gatos siameses Si e Am, se tornou alvo de polêmica após ser considerada um retrato problemático da cultura asiática, já que os felinos são retratados com os olhos muito puxados e com dificuldades de pronúncia. A música logo foi apontada como xenófoba, já que os próprios gatos confessam ser imigrantes. “Viemos do Sião há três meses/ E nos chamam de siameses/ Essa é a nova casa onde vamos ficar”, cantam na versão brasileira. Na nova versão, no entanto, os gatos não serão da raça siamesa, que é originária da Tailândia, antes conhecida como Sião.

Fonte: Veja

Conheça o trabalho de Glória Groove

Drag queens vêm se tornando cada vez mais um símbolo de entretenimento no hemisfério norte – mas que tal alguma representatividade nacional?

Indo contra a onda, surge no meio musical a figura de Glória Groove, uma drag que expressa nas suas canções a realidade que teve de encarar tão cedo.

Diretamente da zona leste de São Paulo, Glória ainda vive enfrentando diversos preconceitos. Negra com orgulho, já ouviu muitas recusas por conta de sua pele; gay assumida, não foi tão bem compreendida na sociedade quando apareceu; e, por último, uma queen que lidou com o julgamento por interpretar a personagem com a qual se manifesta musicalmente.

Por algum tempo, se limitou a fazer apenas covers de músicos norte-americanos (Beyoncé, Sia e outros), além de se propor a realizar shows de lip sync, a “dublagem” na cultura drag. No entanto, seu talento natural se sobrepôs ao antigo formato e ela se tornou “a dona da festa toda”, assim como é prescrito em uma de suas músicas, trabalhando com conteúdo original, compondo e dando voz a sua visão de mundo.

A cantora uniu o ritmo que escutava enquanto crescia – o hip-hop – com sua caracterização artística. Com muita militância, abre espaço para rimar sobre os desafios que superou em relação a sua classe social, sexualidade e tom da pele –  e trava essa luta a partir da música.

É importante, por fim, deixar claro que um homem utilizar roupas que pertenceriam ao gênero feminino não está relacionado à condição sexual – e nem mesmo define transexualidade.

É uma expressão livre para todos os públicos aderirem, inclusive homens héteros e mulheres. Ser uma Queen, como Glória Groove, é entrar numa personagem da maneira que preferir, e se sentir mais confortável consigo mesmo. É se divertir.

Fonte: terra